domingo, 22 de maio de 2011

22 DE MAIO - DIA DO APICULTOR - NOSSOS PARABÉNS A TODOS OS APICULTORES DE UPANEMA

Dá-se o nome de "apicultura" à arte de criar abelhas. Pode ser praticada como hobby ou de modo profissional. É uma atividade muito antiga, originária do Oriente. A China, o México e a Argentina são os principais países exportadores de mel, e a Alemanha e o Japão são os maiores importadores.
A apicultura sempre foi feita de maneira muito rudimentar. Os enxames eram quase totalmente destruídos no momento da colheita do mel; era preciso refazê-los a cada ano. Com o conhecimento adquirido através dos tempos, hoje o convívio com as abelhas é diferente.
O apicultor é a pessoa que se encarrega de cultivar os produtos proporcionados pelas abelhas. As colméias artificiais que o ele fornece às abelhas são muito variadas e têm evoluído com o tempo. As mais rústicas eram simples troncos ocos ou cestos de vime; hoje, utilizam-se diferentes tipos de caixas, muito mais práticas e fáceis de manejar. O verdadeiro trabalho do apicultor começa após a instalação de suas primeiras colméias. É a partir desse momento que surgem as diferenças entre a apicultura racional e a pilhagem ou exploração de enxames que vivem em estado natural.
O papel do apicultor é amparar suas abelhas nos momentos mais difíceis, para poder se beneficiar nos estágios em que as colméias se encontram na plenitude produtiva. Para tanto, é preciso que ele entenda que a colônia vive em constante ciclo; nos períodos de escassez de alimento, a família definha, os zangões são expulsos da colméia, cai a postura da rainha e, conseqüentemente, diminui ou cessa a produção de mel, pólen, geléia real, própolis e cera.
Nesse momento, entra em ação o apicultor, que socorre a colônia providenciando alimento artificial para as abelhas, reduzindo a entrada do orvalho nos períodos de frio, auxiliando na manutenção da temperatura do interior da colméia, fornecendo cera, verificando o estado dos favos etc.
Os maiores produtores de mel estabelecem suas colméias em zonas de agricultura intensiva de laranja ou de eucalipto, pois não é prático cultivar plantas para a produção de mel. Nas épocas de floradas, a produção de mel da colônia é farta. O apicultor colhe boa parte, sem causar prejuízo às abelhas. Cresce também a produção de pólen, cera, geléia real e própolis, que deve ser explorada racionalmente. Assim a colônia cresce, permitindo ao apicultor desenvolver e ampliar seu apiário, fortalecer enxames fracos, desdobrar colônias mais vigorosas e criar novas rainhas para substituir as idosas, cansadas e decadentes.
O apicultor precisa saber qual é o melhor momento para colher o mel e qual a quantidade que pode extrair sem prejudicar as abelhas. Ele deve tirar unicamente os favos que contêm mel maduro, colocando-os em uma máquina centrífuga, que extrai o mel sem quebrá-los, para que depois possam ser utilizados novamente. Antes de engarrafar o mel, o apicultor precisa filtrá-los, para que fique livre dos restos de cera.
Não basta apenas ter algumas colméias para ser apicultor. É preciso entender o comportamento social das abelhas, sua biologia e estar sempre se atualizando sobre as técnicas de manejo e produção. Isso torna essa arte ainda mais nobre e cativante, pois as descobertas se renovam.
A importância do mel para a humanidade é indiscutível, pois é o adoçante mais antigo de que se tem notícia. Os arqueólogos encontraram vestígios de mel em peças de barro que datam de 3400 a.C. Mas os cientistas afirmam que deve ser muito mais antigo, visto que a origem das abelhas data de 42 milhões de anos.

SANTO DO DIA

SANTA RITA DE CÁSSIA
Rita nasceu no ano de 1381, na província de Umbria, Itália, exatamente na cidade de Cássia. Rita, ainda na infância, manifestou sua vocação religiosa. Diferenciando-se das outras crianças, ao invés de brincar e aprontar as peraltices da idade, preferia ficar isolada em seu quarto, rezando.
Para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando, que, a princípio, parecia ser bom e responsável. Mas, com o passar do tempo, mostrou um caráter rude, tornando-se violento e agressivo. A tudo ela suportava com paciência e oração. Tinha certeza de que a penitência e a abnegação conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Um dia, Paulo, finalmente, se converteu sinceramente, tornando-se bom marido e pai. Entretanto suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita.
Dedicou-se, então, aos dois filhos ainda pequenos, que na adolescência descobriram a verdadeira causa da morte do pai e resolveram vingá-lo, quando adultos. Rita tentou, em vão, impedir essa vingança. Desse modo, pediu a interferência de Deus para tirar tal idéia da cabeça dos filhos e que, se isso não fosse possível, os levasse para junto dele. Assim foi. Em menos de um ano, os dois filhos de Rita morreram, sem concretizar a vingança.
Rita ficou sozinha no mundo e decidiu dar um novo rumo à sua vida. Determinada, resolveu seguir a vocação revelada ainda na infância: tornar-se monja agostiniana. As duas primeiras investidas para ingressar na Ordem foram mal-sucedidas. Segundo a tradição, ela pediu de forma tão fervorosa a intervenção da graça divina que os seus santos de devoção, Agostinho, João Batista e Nicolau, apareceram e a conduziram para dentro dos portões do convento das monjas agostinianas. A partir desse milagre ela foi aceita.
Ela se entregou, completamente, a uma vida de orações e penitências, com humildade e obediência total às regras agostinianas. Sua fé era tão intensa que na sua testa apareceu um espinho da coroa de Cristo, estigma que a acompanhou durante quatorze anos, mantido até o fim da vida em silencioso sofrimento dedicado à salvação da humanidade.
Rita morreu em 1457, aos setenta e seis anos, em Cássia. Sua fama de santidade atravessou os muros do convento e muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Sua canonização foi assinada pelo papa Leão XIII em 1900.
A vida de santa Rita de Cássia foi uma das mais sofridas na história da Igreja católica, por esse motivo os fiéis a consideram a "santa das causas impossíveis". O seu culto é celebrado em todo o mundo cristão, sendo festejada no dia 22 de maio, tanto na Igreja do Ocidente como na do Oriente.

EVANGELHO DOMINICAL (Jo 14, 1-12)

EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!
"Não se perturbe o vosso coração! Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fosse assim, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós. E depois que eu tiver ido e preparado um lugar para vós, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também. E para onde eu vou, conheceis o caminho". Tomé disse: "Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?" Jesus respondeu: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se me conhecestes, conhecereis também o meu Pai. Desde já o conheceis e o tendes visto". Filipe disse: "Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta". Jesus respondeu: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me conheces? Quem me viu, tem visto o Pai. Como é que tu dizes: 'Mostra-nos o Pai'? Não acreditas que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. Crede-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Crede, ao menos, por causa destas obras. "Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai.

RFFLEXÃO

Crer em Jesus e segui-lo

Nos evangelhos sinóticos, Mateus, Marcos, Lucas, a última ceia de Jesus com os discípulos é resumida apenas nas narrativas do anúncio da traição de Judas e da benção do pão e a ação de graças sobre o cálice. O evangelista João narra esta ceia com cenas e longos diálogos que revelam a grande sublimidade deste último encontro com Jesus.
Toda ceia caracteriza-se como um momento de prazer de alimentar-se partilhado, na alegria e íntima comunhão de vida. O evangelho de João apresenta, não só o fim do ministério de Jesus, mas também o seu início, nas bodas de Cana, neste clima de alegria. Cinco dias antes desta última ceia, Jesus também participara da alegre ceia na casa de Lázaro, sendo ungido com perfume por Maria, a casa toda sendo tomada pelo odor agradável. Nesta última ceia, Jesus faz o seu gesto simples, até surpreendente, de lavar os pés dos discípulos. Em seguida Jesus menciona a expectativa de que seja traído. Esta menção cria um momento que causa certa perturbação nos corações dos discípulos. Jesus, então, procura tranqüilizá-los. Jesus está presente não só nos momentos de alegria, mas também nas provações. Ele é o caminho que nos conduz à casa do Pai. Basta segui-lo, fieis à verdade e empenhados em servir, para que a vida desabroche plenamente, aberta ao eterno. Ele próprio, à frente de seus discípulos, vai para a casa do Pai. No antigo Êxodo, o povo hebreu oprimido, saiu do Egito, conduzido por Moisés. Agora Jesus conduz a saída de seu povo libertando-o da opressão das sinagogas e do Templo de Israel, para entrar na casa do Pai. O próprio Jesus é o caminho para a casa do Pai. Ele revela-nos o Pai, através de suas obras de amor e libertação. Crer em Jesus e segui-lo significa comprometer-se com as obras de Jesus, na fraternidade, na misericórdia e na justiça, com o que se abre o espaço para a morada do Pai e de Jesus em cada um, na comunidade.
Aos discípulos cabe dar continuidade a estas obras, em comunidades organizadas (primeira leitura), testemunhando e proclamando o amor libertador de Jesus.
Autor: José Raimundo Oliva. 

sábado, 21 de maio de 2011

MENSAGEM DO DIA

Os teus recados
Pe. Zezinho, scj

Sei de muitos pregadores que se enganaram a respeito de si mesmos e a teu respeito. Acharam que lhes davas um recado especial e se apressaram a proclamá-lo na mídia. Deus curaria aquela criança por quem oravam. Deus curaria uma senhora por quem o povo intercedia. Diante de milhões de fiéis passaram como profetas e videntes.
Foram reverenciados e aplaudidos, mas o que profetizavam não aconteceu. Ao invés do pedido de desculpas e da retratação humilde, preferiram o silêncio. Com isso, tornaram-se charlatões. Para o povo, eles ainda parecem piedosos, santos e profetas, mas quem conhece a tua palavra sabe que eles a usaram para promover-se aos olhos da multidão. O púlpito carrega este perigo; em todas as igrejas.
Não eras Tu. Não estavas a falar. Através da história houve muitos videntes que viram o que queriam ver e não o que existia. Houve muito mais videntes do que aparições ou mensagens.
Por isso, bom Deus, põe prudência e juízo no meu coração para que eu não invente visões que não existiram ou mensagens que não me foram dadas. Sei que não sou um bom profeta, mas se devo ser um, dá-me a graça de não inventar curas, recados, mensagens e visões. Dá-me o dom de distinguir o que é e o que não é. Se eu errar, concede-me a graça de ser suficientemente humilde para admitir meu erro. Caso contrário, aí mesmo é que não serei um profeta. Verdadeiros profetas não mentem nem a si mesmos nem a ti e nem ao povo. E não fazem qualquer coisa para ganhar mais uma salva de palmas...
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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Autoproclamar-se

Há dois vírus rondando todos os púlpitos e todos os pregadores. Um é o vírus da vaidade e o outro o da obviedade. Um porque ressalta o mensageiro e secundariza a mensagem e o outro porque está longe de ser Boa Nova. Se é, vem com roupagem tão pobre que não consegue mostrar sua beleza.
O da vaidade subverte Mateus 10,27. Na passagem, Jesus ordena que o que dele aprendemos não fique apenas conosco: devemos trazer à luz. E manda ainda que aquilo que nos foi dito aos ouvidos deve ser anunciado para o maior número possível de pessoas. Seria esta a idéia de subir ao telhado para evangelizar. Mas não são poucos os que sobem ao telhado chamado púlpito ou mídia para se colocar acima dos outros e para chamar a atenção, não sobre a mensagem proclamada para todos e, sim, sobre quem está lá em cima aparecendo mais do que os outros fiéis.
Embora eu seja o primeiro a ter que freqüentá-lo, tenho dito que um curso de "Palavra Humilde" viria em boa hora para todos os pregadores que falam para multidões. Motivo: o marketing da fé anda transformando o pregador em produto, e salientando mais ele do que a mensagem que deveria vir dos seus lábios. Em muitos veículos há câmeras demais no pregador, presença excessiva e voz excessiva do pregador em detrimento do conteúdo eclesial .
Bastaria que ele lesse mais os documentos da Igreja, a Palavra do papa e dos bispos, os textos dos sínodos e passagens sólidas de teólogos e antropólogos católicos para que ele aparecesse menos. Com sua enorme simpatia estaria apresentando outros irmãos, ricos de mensagem. Mas poucos pregadores o fazem. Sobem lá com a cara e coragem, sem papel e sem anotação alguma e dão a si mesmos. Alguns até pedem aplausos para o que acabam de dizer!...
Nas mais diversas igrejas percebe-se a falta de conteúdo, a repetição exaustiva dos mesmos temas, mesmas frases e mesmos testemunhos. Acentua-se o poder de operar curas, dado àquele pregador e a nenhum outro. A mensagem daquela igreja ou daquele movimento centraliza-se nele. Num montanismo* atualizado a impressão que passam é a de que ali Deus atua por meio dele. Os outros pregadores se tornam meras peças de adorno. É a auto-proclamação levada aos extremos.
Entende-se que haja um pregador principal num encontro, mas postar-se á frente, secundarizar os outros, no caso do pregador cantor, colocar os verdadeiros cantores e músicos lá atrás e não ao seu lado, privá-los de nome e de ministério, reduzi-los ao título de banda do Padre ou do Pastor, tudo isso revela uma tendência: a de ressaltar mais quem anuncia do que a palavra anunciada, mais o mensageiro do que a mensagem. Auxiliares de pregação também têm nome!...
Não admira, pois, o que se vê pela mídia e pelos templos. Um pregador em pleno sermão dando indireta no outro que se torna seu concorrente, disputa por fiéis, contribuintes, espaço e canais, discursos ressentidos e revanchistas, tudo em nome de Jesus e da ortodoxia. Se é correção fraterna que se deseja há espaços fora do templo, onde o outro pregador pode ser procurado e as coisas ditas de maneira cristã e fraterna. Bispos, padres e pastores invectivando-se pelos jornais? Não pega mal?
Recentemente um pastor invectivava o outro como politicamente interesseiro porque, ao aderir a um candidato mirava uma emissora de televisão; ao que este respondeu que o outro aderira ao candidato oposto para não perder o que já conquistara...Tudo por twitter e outras mídias. Um sacerdote que ficara magoado por não ver reconhecido seu trabalho foi, enfim, chamado pelo bispo para receber uma nomeação e um prêmio. Sim, ele merecia um elogio! Deveria ser mais do que suficiente, mas o vírus da vaidade ferida pousou na sua auréola. O bispo não tivera com o prêmio a intenção de diminuir os outros pregadores e, sim, de incentivar o trabalho do esforçado sacerdote. O que fez ele? Lavou a alma. Disse aos entrevistadores e amigos que aquele prêmio dado a ele era um cala-boca nos que questionavam seu trabalho. Que pena! Traiu-se! Então era isso! Proclamou-se, ao invés de agradecer aos que nele confiavam e prometer maior esforço dali por diante! Não resistiu à tentação de devolver a ofensa; sinal de que não estava pronto para aquele prêmio.
Padres e pastores, leigos e leigas, presidentes e governadores precisam, o tempo todo, desta ascese: reconhecer o valor dos adversários, dos que os antecederam, das outras igrejas e dos outros partidos. O excesso de elogio a si mesmos, ao seu grupo de igreja, à sua igreja, ao seu governo e ao seu partido mostram que o vírus da vaidade minou-lhes o conteúdo. O marketing tornou-os maiores do que eram.
Mas quem admitirá que se excedeu se está impregnado de números de ibope, de vitória, de porcentagens e de poder e preeminência? Uma das coisas mais difíceis é um sujeito vaidoso admitir que é. A outra é dominar a vaidade. Talvez um curso de discurso humilde ajude, mas não ajudará por muito tempo; a menos que se torne mística pessoal!
O que digo aos outros digo a mim mesmo que luto há anos para ser simples e não deixar que elogios me subam á cabeça. Tomemos cuidado com as palavras "primeiro, pioneiro, mais, maior, melhor, único, imbatível, eleito"... Ajudam a vender mas não ajudam a crescer. Não quando alguém ainda se acha mais do que outros! Preste atenção nos discursos de pregadores e igrejas políticos, partidos, sobretudo durante as eleições. Não é discurso fraterno, nem amistoso nem humilde! Um procura derrubar o outro. É que a palavra "vencedor" contaminou as tribunas e os púlpitos... Alguma razão há para se correr com tamanha fúria atrás do voto e do devoto! O leitor sabe. O eleitor é que as vezes não percebe!
Autor: Pe. Zezinho, scj

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ORAÇÃO

Ó Maria, tu és bendita entre todas as mulheres, tu que acreditaste!
O poderoso fez maravilhas por ti!
A maravilha de tua maternidade divina e, em vista dela, a maravilha de teu sim.
Tu foste verdadeiramente associada a toda obra de nossa redenção, unida à cruz de nosso Salvador.
Teu coração foi transpassado ao lado de seu Coração.
E agora, na glória de teu filho, não cessas de interceder por nós, pobres pecadores.
Tu velas sobre a Igreja, da qual és Mãe.
Velas sobre cada um dos teus filhos e filhas.
Obténs de Deus para nós todas as graças, com a única condição de que ousemos pedi-las, e nos aproximemos de ti com confiança, com audácia e simplicidade de criança.
É assim que tu nos levas sem cessar ao teu divino Filho...
Ó Maria! Eu te pertenço totalmente!
João Paulo II

MÊS MARIANO

A programação do mês Mariano segue até o dia 31 de maio, estão sendo realizidas celebrações na Igreja Matriz da Imaculada Conceição, todos os dias, às 19:30 horas.
Participe!

FESTA DE SANTA DE RITA DE CÁSSIA - RETIRO

Iniciou-se ontem e segue até domingo mais uma tradicioal festa de Santa Rita de Cássia na comunidade de Retiro. Segue programação:

CONVITE
Caríssimos irmãos e irmãs a FESTA DE SANTA RITA DE CÁSSIA é um momento forte de fé e reflexão, por isso, vamos participar com muita alegria e devoção dos festejos alusivos a nossa querida padroeira, SANTA RIRA DE CÁSSIA, que será realizada no período de 19 a 22 de maio de 2011, na comunidade de Retiro – Upanema-RN. O sucesso da nossa festa depende da sua participação e colaboração!
Pe. Francinaldo Macário e Comissão Organizadora.

PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA
Dia 19/05/2011 (quinta-feira) – Abertura
19 h – Missa
Celebrante: Pe. Francinaldo Macário
Noiteiros: Baixa Fechada, Vila Paraibana e Retiro
Animadores: Renovação Carismática Católica – RCC

Dia 20/05/2011 (sexta-feira) – Noite das Famílias
19 h – Celebração
Celebrante/Animação: Pastoral da Família
Noiteiros: As Famílias

Dia 21/05/2011 (sábado) – Noite dos Filhos Ausentes e amigos
19 h – Celebração
Celebrante: Seminarista Júnior
Noiteiros: Mirandas, Cabeça do Boi, Bom Jesus, Assentamento 1º de Maio
Animação: Comunidade local

Dia 22/05/2011 (domingo) – Solenidade de Santa Rita de Cássia
15 h - Batizados
16 h – Missa
Celebrante: Pe. Francinaldo Macário.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL
Dia 21/05/2011 (sábado)
20 h – Leilão e Barracas com animação de Valdemar Costa.

terça-feira, 17 de maio de 2011

PARÓQUIA IMPLANTA PASTORAL DA COMUNICAÇÃO - PASCOM




A Paróquia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Upanema, ganhou neste domingo, dia 15, a implantação de sua Pastoral da Comunicação - PASCOM. A reunião contou com a presença de representantes das pastorais, movimentos, serviços e do pároco, Pe. Francinaldo Macário, que está dando total apoio a essa nova pastoral que está nascendo na paróquia.
Os coordenadores da Pastoral da Comunicação da Diocese de Mossoró estiveram presentes minsitrando um encontro de formação. Marcos e Rejane comemoram a 16ª implantação na Diocese.
"Que cada comunicador e comunicadora seja um(a) apaixonado(a) pela comunicação e pela PASCOM".