quinta-feira, 30 de abril de 2009

DECLARAÇÃO DA CNBB CONTRA REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

“Todas as vezes que fizestes isso a um desses mais pequenos (...) foi a mim que o fizestes” (Mt 25,40)O Brasil enfrenta uma onda generalizada de violências sob os mais variados aspectos e pontos de vista. São violências que vão desde a negação ou privação dos direitos básicos à vida até àquelas que geram insegurança, apreensão, medo.Campanhas equivocadas criminalizam crianças, adolescentes e jovens como principais responsáveis dessas ações violentas, quando na verdade, frequentemente, os maiores culpados ficam totalmente impunes. Os atos violentos, os crimes, o narcotráfico, envolvendo-os, a cada dia, em sua perversa trama, tiram-lhes as possibilidades de plena realização e os afastam de sua cidadania. Neste contexto, o Senado volta a discutir a redução da maioridade penal com argumentos que poderiam ser usados também para idades menores ainda, como se esta fosse a solução para a diminuição da violência e da impunidade. A realidade revela que crianças, adolescentes e jovens são vítimas da violência. Muitas vezes são conduzidos aos caminhos da criminalidade por adultos inescrupulosos. A CNBB entende que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema.Importa ir a suas verdadeiras causas, que se encontram, sobretudo, na desagregação familiar, na falta de oportunidades, nas desigualdades sociais, na insuficiência de políticas públicas sociais, na perda dos valores éticos e religiosos, na banalização da vida e no recrutamento feito pelo narcotráfico. Reafirma a CNBB que a redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias.Persistir nesse caminho seria ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional - Constituição Federal, art. 228 - além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instrumentos que demandam proteção especial para menores de 18 anos.Crianças, adolescentes e jovens precisam ser reconhecidos como sujeitos na sociedade e, portanto, merecedores de cuidado, respeito, acolhida e principalmente oportunidades.A Igreja no Brasil conclama os poderes públicos – Executivo, Legislativo e Judiciário – bem como a sociedade civil a debater o assunto. Urge a busca de soluções focadas nas políticas públicas que efetivem melhores condições de vida para todos, na implementação de medidas sócio-educativas previstas no ECA e no desenvolvimento de uma política nacional de combate ao narcotráfico, penalizando com maior rigor a manipulação e o aliciamento de crianças, adolescentes e jovens pelo crime organizado.A Igreja Católica, através de suas comunidades eclesiais, pastorais, movimentos e entidades sociais, desenvolve projetos sócio-educativos, profissionalizantes, de recuperação de dependentes químicos e de atendimento a adolescentes autores de ato infracional, obtendo resultados que indicam à sociedade caminhos a partir de ações educativas e não punitivas. A CNBB se une a todos os brasileiros que trabalham para que se cumpra a premissa básica da Constituição Federal, art. 227: “CRIANÇA E ADOLESCENTE PRIORIDADE ABSOLUTA” e reafirma sua posição contrária à redução da maioridade penal.Indaiatuba, São Paulo, 24 de abril de 2009

DIA DO TRABALHADOR: MENSAGEM DA CNBB

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) expressa sua solidariedade aos trabalhadores, no contexto da crise econômica mundial.Em mensagem para o Dia do Trabalhador, 1º de maio, divulgada hoje, o episcopado “confirma seu compromisso em favor dos direitos sociais do povo” e expressa “a solidariedade com todos os desempregados, vítimas da crise ou dos que se aproveitam dela”.“Os princípios da Doutrina Social da Igreja - a dignidade da pessoa humana, a destinação universal dos bens da terra e a prioridade do trabalho sobre o capital - inspiram alternativas para uma nova ordem econômica, em vista de um mundo justo e solidário”, afirma a mensagem. A CNBB destaca que a crise “mostra a sua face mais cruel ao se deslocar do capital financeiro para o setor produtivo, dizimando milhares de postos de trabalho, na cidade e no campo”.“A crise financeira e econômica é apenas uma parte da crise mais profunda que é social, política, cultural, ambiental, ética e espiritual. Todas essas dimensões devem ser consideradas com coragem e lucidez, na busca de uma saída sustentável.”A CNBB “convida trabalhadoras e trabalhadores a manterem viva a fé, a esperança e a alegria em Jesus Cristo Ressuscitado”, encerra a nota.
publicado por www.dehonbrasil.com às 13:54

quarta-feira, 29 de abril de 2009

1º DE MAIO DIA DO TRABALHO - MISSA EM AÇÃO DE GRAÇA NA IGREJA MATRÍZ ÁS 19H30


Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago. Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket. Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional. Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1925 no governo de Rodrigues Alves. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.
Por Tiago DantasEquipe Brasil Escola

SEXTA FEIRA ABERTURA DO MÊS MARIANO

Como todos os anos neste ano como comunidade de fé queremos homenagear a mãe do céu pela sua entrega e consagração ao Deus da vida este ano como família queremos nos unir e reconhecer a grandeza do sim de Maria.
Participe conosco todos os dias as 19h30 na Igreja Matríz.

terça-feira, 28 de abril de 2009

CELEBRAÇÃO ECUMENICA NA 47ª ASSEMBLÉIA DOS BISPOS DO BRASIL

Na noite de ontem, 27, aconteceu no auditório Rainha dos Apóstolos, na cidade de Indaiatuba (SP), uma Celebração Ecumênica com representantes de diversas Igrejas Cristãs. A cerimônia fez parte da programação da 47ª Assembleia Geral da CNBB e acontece todos os anos.
A cerimônia foi presidida pelo arcebispo de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e Diálogo Interreligioso, dom José Alberto Moura. Estiveram presentes representantes das igrejas anglicana, luterana, presbiteriana unida, ortodoxa antioquinas, além de representantes da Coordenadoria Ecumênica de Serviços e da Comunidade Carisma.
O primaz da Igreja Anglicana no Brasil, dom Maurício Andrade fez a reflexão bíblica inspirando-se no apóstolo São Paulo. “Indo ao encontro do bem comum, temos que viver as diferentes realidades das diferentes sociedades para alcançarmos o bem comum. A maior peregrinação do ser humano é a peregrinação interior”, explica dom Maurício.
Prosseguindo a cerimônia, foi rezado um Pai Nosso e, ao final, houve um momento de confraternização entre todos os presentes, onde os participantes se abraçaram e se emocionaram.
Para a coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, ligada a CNBB, Zilda Arns Neumann, a cerimônia marca com satisfação o encontro entre as Igrejas. “Vejo com bons olhos o encontro das Igrejas do Brasil, caminhando juntas, de mãos dadas. Essa Cerimônia Ecumênica me tocou bastante”.
Em entrevista para a CNBB, dom Maurício Andrade explica a importância da participação na cerimônia. “Para nós da Igreja Anglicana é uma alegria e uma importância muito grande participar da 47ª Assembleia Geral da CNBB porque é mais um gesto de caminho do sonho ecumênico. E aqui nos congratulamos com todos os bispos nessa caminhada que é desenvolvida, discutida e aprovada aqui, nesta assembleia. Nesse dia especial, o ecumenismo mostra que é retrato de integração, unidade das igrejas em estarmos juntos, caminharmos num mesmo sentido, por isso a importância única desse evento em Itaici”, relata.
Para dom José Alberto Moura a cerimônia mostra que as Igrejas são parceiras e podem caminhar juntas em busca do bem comum. “Infelizmente podemos estar separados pelas divergências históricas, mas unidos no amor de Deus. Temos que fazer um esforço para nos compreendermos mais, sermos mais fraternos. Se caminharmos sozinhos teremos muitas dificuldades, por isso devemos sempre nos apoiar em nossos irmãos, assim Jesus nos ensinou, e assim devemos agir”, falou o arcebispo.

SEXTA ABERTURA DO MÊS MARIANO - DA DOS TRABALHADORES E SÃO JOSÉ OPÉRARIO

HOJE ÁS 19H30 REUNIÃO DA PASTORAL LITURGICA

IGREJA CATÓLICA PARTICIPA HOJE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CAMERA MUNICIPAL DE UPANEMA

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (João 6,30-35)
Terça-Feira, 28 de Abril de 2009 3a Semana da Páscoa
A- A+
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, a multidão perguntou a Jesus: 30Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obras fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”.32Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. 34Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. 35Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.
- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA


Santa Gianna Beretta Molla
28 de Abril
Gianna Beretta Molla, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São FranciscoFormou-se com louvor em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália).Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».Casa em 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida por um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!" , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.Alguns dias antes do parto, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei - e isto o exijo - a criança. Salvai-a". Deu entrada, para o parto na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória "Jesus eu te amo, eu te amo" morre santamente. Tinha 39 anos. "Meditata immolazione" (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, "uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria". É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós!

domingo, 26 de abril de 2009

A IGREJA TEMCINCO NOVOS SANTOS

Papa Bento XVI ao chegar na Praça São Pedro no Vaticano para presidir a cerimônia de canonização dos 5 novos santos
O Papa Bento XVI presidiu esta manhã, na Praça São Pedro, à canonização de cinco novos santos: os italianos Arcangelo Tadini, Bernardo Tolomei, Gertrudes Comensoli e Catarina Volpicelli, e o português Nuno de Santa Maria Álvares Pereira.
O rito de canonização, em latim, realizou-se no início da missa, após o ato penitencial. O Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Dom Angelo Amato, acompanhado pelos postuladores das causas, pediu que os cinco bem-aventurados sejam inscritos no "álbum dos Santos" e "possam ser invocados por todos os cristãos".
Foi lida uma breve biografia de cada um dos novos santos e cantada a Ladainha de todos os santos. Bento XVI proferiu então a fórmula de canonização, e as relíquias dos novos santos foram depostas junto ao altar. Prosseguindo o rito, Dom Angelo Amato pediu que fosse redigida a Carta Apostólica sobre as canonizações, e Bento XVI respondeu "Decernimus", isto è, "Ordenamo-lo".
Como nas mais solenes celebrações presididas pelo Papa, o Evangelho foi cantado duas vezes, em latim e em grego.
Em sua homilia, o papa ressaltou aspectos salientes de cada um dos novos cinco santos da Igreja, citando alguns deles como exemplos éticos na atual e grave crise econômica mundial. O Papa comentou as leituras do dia e sublinhou a centralidade do mistério pascal, e da Eucaristia, para os cinco novos santos.São Nuno
A Praça estava repleta de milhares de peregrinos, muitos deles vindos de Portugal para celebrar seu novo santo, São Nuno, que foi um general da batalha de Atoleiros, herói da independência portuguesa. Em 1422, ficou viúvo e sua única filha se casou com o filho do Rei João. Ele entrou então para um convento carmelita, como um simples irmão, e assumiu o nome de Frei Nuno de Santa Maria.
"Sinto-me feliz por apontar à Igreja inteira esta figura exemplar nomeadamente pela presença duma vida de fé e oração em contextos aparentemente pouco favoráveis à mesma, sendo a prova de que em qualquer situação, mesmo de caráter militar e bélica, é possível atuar e realizar os valores e princípios da vida cristã, sobretudo se esta é colocada ao serviço do bem comum e da glória de Deus", proclamou o pontífice.Bernardo Tolomei
Por sua vez, Bernardo Tolomei, que viveu no século XIV, na Itália central, foi o "iniciador de um singular movimento monástico beneditino. Nele, observou o Papa, sobressai o amor pela oração e pelo trabalho manual. Sua vida foi uma existência eucarística toda consagrada à contemplação, que se traduzia em humilde serviço ao próximo", recordou Bento XVI.Caterina Volpicelli
Milhares de devotos vieram também de Nápoles homenagear a sua bem-aventurada Caterina Volpicelli, fundadora das Servas do Sagrado Coração, no século XIX. "Um modelo do compromisso cristão para construir uma sociedade aberta à justiça e à solidariedade, superando o desequilíbrio econômico e cultural que continua a existir em grande parte de nosso planeta", definiu o Papa.Padre Arcângelo Tadini
Em seguida, Bento XVI ressaltou o exemplo do Padre Arcângelo Tadini, "homem integralmente de Deus, pronto a deixar-se guiar pelo Espírito Santo, e que ao mesmo tempo, era disponível a colher as urgências da época e encontrar os remédios a ela". Por isso, tomou iniciativas concretas e corajosas: organizou a Sociedade Operária Católica de Mutuo Socorro, e o pensionato para as trabalhadoras. Em 1900, fundou a Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré, que evangelizavam o ambiente de trabalho dividindo as fadigas.Gertrudes Comensóli
Concluindo a homilia, o papa se referiu à italiana Gertrudes Comensóli, que "desde pequena sentiu uma particular atração por Jesus presente na Eucaristia. A adoração de Cristo eucarístico tornou-se o objetivo principal de sua vida; a condição habitual da sua existência: Diante da Eucaristia, Santa Gertrudes compreendeu a sua vocação e missão na Igreja: dedicar-se sem reservas à ação apostólica e missionária, especialmente a favor da juventude".
Enfim, o Papa agradeceu a Deus pelo dom da santidade que resplandece nos cinco novos canonizados:
"Deixemo-nos atrair pelo seu exemplo, deixemo-nos guiar pelos seus ensinamentos, para que a nossa existência também se torne um cântico de louvor a Deus, seguindo os passos de Jesus, adorado com fé no mistério eucarístico e servido com generosidade em nosso próximo".Regina Coeli
Após a cerimônia, o papa rezou com os fiéis a oração mariana Regina Coeli, dirigindo antes, como o faz habitualmente, algumas palavras aos fiéis. Bento XVI expressou seu reconhecimento ao Governo italiano, presente com várias delegações, e a todos os peregrinos vindos de toda a Itália.Dia da Universidade Católica do Sagrado Coração
O Papa lembrou o Dia da Universidade Católica do Sagrado Coração, que se celebra hoje, quando decorrem 50 anos da morte de seu fundador, Padre Agostino Gemelli.Saudação em português
O Papa fez a sua saudação à delegação oficial, aos bispos e a todos os compatriotas do novo santo, São Nuno: "Deixou-nos assim uma nobre lição de renúncia e partilha, sem as quais será impossível chegar àquela igualdade fraterna característica duma sociedade moderna, que reconhece e trata a todos como membros da mesma e única família humana. Em particular saúdo os Carmelitas, a quem um dia se prendeu o olhar e o coração deste militar crente, vendo neles o hábito da Santíssima Virgem e no qual depois ele próprio se amortalhou. Ao desejar a abundância dos dons do Céu para todos os peregrinos e devotos de São Nuno, deixo-lhes este apelo: 'Considerai o êxito da sua carreira e imitai a sua fé'".
Bento XVI desejou a todos um bom domingo e concedeu a sua benção.

BENTO XVI RECEBE 8 IL PROFESSORES DE RELIGIÃO

''O ensino da religião nas escolas ajuda os jovens a refletirem sobre o sentido da existência''.
O Papa Bento XVI recebeu, neste sábado, 25, um grupo de oito mil professores de religião, na Sala Paulo VI, no Vaticano. O Papa iniciou o discurso afirmando que o ensino da religião nas escolas ajuda os jovens a refletirem sobre o sentido da existência, a encontrarem sua identidade e uma intuição global. E isso só é possível porque a matéria "religião" tem como foco central o ser humano e sua dignidade."É importante também conjugar tal ensino com a teologia, a filosofia e as ciências, no pleno respeito dos métodos e autonomias, na consciência de sua intrínseca unidade", declarou o Santo Padre."A dimensão religiosa faz parte da formação global da pessoa e permite transformar os conhecimentos em sabedoria de vida. Graças ao ensino da religião católica, a escola e a sociedade se enriquecem, contam com verdadeiros laboratórios de cultura e de humanidade. O cristianismo habilita as pessoas a descobrirem o bem, crescerem na responsabilidade, buscarem o confronto, e se inspirarem nos dons do passado, para compreender melhor o presente e se projetar, conscientemente, em direção ao futuro".Em seguida, o Pontífice convidou os professores a refletirem sobre o apóstolo Paulo, corajoso anunciador do Evangelho, características que podem alimentar a identidade dos educadores. Bento XVI recordou que, também na formação paulina, a atenção à cultura, ao profissionalismo e à competência, nos vários campos do saber, merecem especial destaque. Em suas palavras, o Papa recordou que a comunicação da verdade e da beleza da Palavra de Deus é um aspecto fundamental na missão do professor de religião. O Santo Padre exortou todos a viverem o Evangelho com paixão, a compartilhá-lo e a cultivarem as novidades que ele emana para a vida do mundo.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

CONVITE - SACERDOTE PARA SEMPRE SEGUNDO A ORDEM DO REI MELQUISEDEC

Convidamos a comunidade Católica para participar da I missa do Padre Freire em Upanema. È com alegria que acolhemos este nosso irmão que doa a sua vida ao serviço do Reino de Deus. Peçamos a Deus que este nosso irmão a exemplo do Cristo Servo e Pastor possa conduzir a missão dada por Deus.
IGREJA MATRÍZ DE UPANEMA
17H00
LOUVEMOS A DEUS PELA GRANDE MARAVILHA REALIZADA NA VIDA DESTE NOVO PADRE.

PROGRAMAÇÃO DO DIA

VISITA AOS DOENTES
18H00 - ADORAÇÃO AO SANTISSIMO
19H30 - MISSA NA IGREJA MATRÍZ

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (João 6,1-15)
Sexta-Feira, 24 de Abril de 2009 2a Semana da Páscoa
A- A+
— O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +… segundo João. Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galiléia, também chamado de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. 3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com seus discípulos. 4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”. 8Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. 15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA

Mártir
O santo de hoje nasceu em Sigmaringa Alemanha no seculo XVI. Seu nome de batismo era Marcos Rei.Era dotado de grande habilidade com os estudos. Marcos era um cristão católico, tornando-se mais tarde um conhecido filósofo e advogado. Porém, havia um chamado que o inquietava: a consagração total a Deus, a vida no ministério sacerdotal. Renunciando a tudo, entrou para a família franciscana, para os Capuchinhos. Enquanto noviço viveu um grande questionamento: se fora do convento ele não faria mais para Deus, do que dentro da vida religiosa. Buscou então seu mestre de noviciado, que no discernimento percebeu que era uma tentação.Passado isso, ele se empenhou na busca de santidade. Seu nome agora se tornou “Fidélis” ou “Fiel'. E buscou ser fiel à vontade de Deus. Estudou Teologia, foi ordenado e enviado à Suíça para uma missão especial com outros irmãos: propagar a Sã Doutrina Católica.São Fidélis se dedicou totalmente em iluminar as consciências e rechaçar as doutrinas que combatiam a Igreja de Cristo. Depois de uma Santa Missa, com cerca de 45 anos, teve o discernimento de que estava próxima a sua partida. Fez uma oração de entrega a Deus, e logo em seguida foi preso e levado por homens que queriam que ele renunciasse a fé. Fidélis deixou claro que não o faria, e que não temia a morte. Ajoelhou-se e rezou: “Meu Jesus, tende piedade de mim. Santa Maria, Mãe de Deus, assisti-me”. Recebeu várias punhaladas e morreu ali, derramando seu sangue pela verdade, por amor a Crisot e a Sua Igreja.
São Fidélis, rogai por nós!

O EVANGELHO TEM RESPOSTAS PARA OS DESAFIOS ATUAIS, DIZ BISPO



Coletiva de imprensa destaca formação presbiteral e iniciação cristã
"Problemas como a violência, fome e corrupção podem ser combatidos com a evangelização", afirmou o Bispo de Goiás (GO) e presidente da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, Dom Eugênio Rixen, na coletiva de imprensa desta tarde, 23, que abordou a formação presbiteral e iniciação cristã. Estiveram presentes, também, o Bispo de Santarém (PA) e presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Esmeraldo Barreto de Farias e o Bispo de Rio Grande e presidente do Regional Sul 3, Dom José Mário. Dom Eugênio enfatizou que a mensagem do Evangelho tem muito a dizer ao homem moderno, que a Palavra de Deus traz propostas concretas e, em si, revolucionárias, baseadas na mensagem de amor deixada por Cristo. "Jesus pede para 'amar nossos inimigos', diz que 'Ele veio para servir e não ser servido', que 'temos que amar como Ele amou', e 'amar até o fim', fala dos pobres, dos últimos e dos pequenos". O Bispo falou ainda que, diante dos desafios atuais, poucas pessoas refletem estes problemas a partir da proposta do Evangelho, e que temos que nos questionar de como podemos agir diante de tais situações como cristãos. "Quem é catequizado é convidado a fazer as mesmas opções que Jesus Cristo", apontou. "Como formar discípulos de Jesus Cristo dentro desta realidade?", indagou Dom Eugênio, que revelou que o essencial é que todos tenham uma "verdadeira experiência com Jesus Cristo", e destacou as palavras de Bento XVI que dizem "a religião é um acontecimento: se apaixonar por Jesus.Todo o resto é consequência". Formação dos presbíterosDom Esmeraldo, que faz parte da equipe responsável pela revisão do Documento 55 da CNBB, Diretrizes básicas da Formação dos Presbíteros na Igreja do Brasil, em vigor desde 1995, tema da 47ª Assembléia dos bispos, explicou os andamentos dos trabalhos e destacou que, conforme pedido da Santa Sé, a cada seis anos o documento passa por uma atualização. Este período foi prolongado por causa da Conferência de Aparecida e, por isso os bispos, este ano, estão empenhados neste trabalho. Em junho de 2008, a CNBB institui uma comissão para fazer esta revisão e até o final da assembléia, no dia 1º de maio, deve sair o texto final, com as novas diretrizes para a formação presbiteral. Dom Esmeraldo explicou que o segundo texto, com as considerações dos demais bispos, foi entregue, esta manhã, para ser discutido em grupos e, o resultado dos trabalhos será apresentado em plenária. Estas revisões serão feitas várias vezes, acolhendo as sugestões e reflexões dos bispos, e só então, na próxima semana, o texto será colocado para votação final e possível aprovação pela assembléia.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

SANTO DO DIA

Santa Inês de Montepulciano
A Santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus da vida mística.Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitencias e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.
Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (João 3,1-8)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
1Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, 2que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”.3Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. 4Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer, se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?”5Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus. 6Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito 7Não te admires por eu haver dito: Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.
- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

domingo, 19 de abril de 2009

ANO CATEQUETICO



Entenda porque a Igreja propõe um Ano Catequético
Da Redação
Canção Nova Notícias
"O objetivo é que o cristão conheça as razões da sua fé e assuma com maturidade esse compromisso, que é o seguimento de Jesus."
Para explicar os objetivos do Ano Catequético lançado neste domingo, 19, em São Paulo, o noticias.cancaonova.com entrevistou o responsável pela Pastoral Bíblico Catequética da Arquidiocese de Aparecida (SP), Padre André Gustavo de Sousa.O sacerdote enfatiza a importância da catequese como um processo permanente, a fim de formar cristãos maduros e comprometidos com Jesus Cristo e Sua Igreja.


noticias.cancaonova.com - Qual a proposta da Igreja ao estabelecer o Ano Catequético?
Padre André Gustavo -
A proposta do Ano é a de celebrar a catequese, fortalecer as formações catequéticas, valorizar a Palavra de Deus na Catequese e destacar o ministério do catequista e sua pessoa em nossas comunidades. Será um ano muito celebrativo no que diz respeito à catequese. A Igreja vai celebrar o Ano Catequético justamente para dar um impulso à catequese como serviço eclesial e propor um caminho para o discipulado. Assim, a catequese deve ser vista como um itinerário de formação e educação permanente, formando discípulos e, consequentemente, cristãos maduros e missionários comprometidos com o testemunho de Jesus Cristo.


noticias.cancaonova.com - No que consiste a catequese cristã?
Padre André Gustavo -
A catequese tem importância no processo de formação da criança, jovem e adulto. Por isso, falamos da catequese como um processo permanente. É um caminho inesgotável e não é apenas aquela catequese inicial que prepara para a Primeira Eucaristia, mas é um processo contínuo, inclusive de como viver os sacramentos. O objetivo é que o cristão conheça as razões da sua fé e assuma com maturidade esse compromisso, que é o seguimento de Jesus.


noticias.cancaonova.com - O primeiro Ano Catequético foi em 1949. Por que celebrar somente depois de 50 anos?
Padre André Gustavo -
Teremos uma outra edição justamente como uma forma de responder aos novos desafios da Conferência de Aparecida e do Sínodo da Palavra de Deus. A Igreja, portanto, iluminada pelo Espírito Santo, sente essa necessidade de dar um maior impulso à catequese, colocando-a em destaque, pois é o centro da nossa caminhada evangelizadora. Ela ocupa um lugar primordial, pois anunciamos Jesus Cristo às pessoas, porém é necessário que esse anúncio seja aprofundado e esclarecido. Por isso, é necessário um processo contínuo e sistemático de formação na fé, a fim de aprofundar o primeiro anúncio para que, de fato, aconteça o encontro pessoal e comunitário do cristão com Jesus.


noticias.cancaonova.com - O que os fiéis e as comunidades devem valorizar neste Ano Catequético?
Padre André Gustavo -
As nossas comunidades devem dar a devida importância à catequese, celebrar esse ano e intensificar as formações dos catequistas, e que as famílias se preocupem com a educação cristã de seus filhos, pois, em casa, deve acontecer a primeira catequese, na Igreja doméstica. A catequese é para toda vida. Começa na preparação dos pais para o Batismo e termina ao fim de nossa caminhada aqui na terra. Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

sábado, 18 de abril de 2009

NOSSA GRATIDÃO AOS DIZIMISTAS PELA SUA FIDELIDADE! SEJA VC TAMBÉM UM DIZIMISTA FIEL!

10 ANOS DA FUNDAÇÃO DO DÍZIMO EM UPANEMA
Sou dizimista, seja você também meu irmão!
PORQUE PAGAR O DÍZIMO
A Sra. Regina e o Sr. Bruno haviam convidado o pároco para comer em, sua casa, aquela deliciosa macarronada. Como o padre tinha recebido a visita de sua irmã Maria, convidou-a para acompanhá-lo, na visita a seus amigos.

Quando chegaram, só estava a dona da casa; o Seu Bruno ainda não chegara. Tinha ido com sua filha, Joana, do Conselho Tutelar do município, levar duas crianças à casa de sua vovó, uma vez que houve um problema com seus pais; o pai fora preso e a mãe considerada incapaz, pela decisão do juiz, para a tutela das crianças.

Não demorou muito, chegaram todos, Seu Bruno, a Joana e, um pouco mais tarde, o namorado de Joana, o Ivo, um moço que fazia o trabalho de vendedor para um empresa, fabricante de massas, bolachas e outros produtos do gênero. Era quarta-feira de noite.
A janta foi gostosa e a conversa muito agradável. Aos poucos a filha foi ajuntando a louça e começou a lavá-la. Maria se ofereceu para ajudar; Joana agradeceu, preferiu fazer o serviço sozinha.

Num certo momento a conversa foi para o dízimo. A Paróquia estava em plena campanha do dízimo.

Lá da pia, a Joana interveio.- Sr. padre, mas o santo não come! Para que dízimo? A Igreja é rica. Para que ela quer que o povo entregue todo mês o dízimo?

O Ivo, falava sempre em tom moderado, mas também não estava muito seguro de que deveria aderir a este sistema do dízimo e oferta na paróquia e perguntou: mas afinal, que raio de colaboração é este tal do sistema do dízimo e da oferta na comunidade?

Maria interveio, ela era da equipe do dízimo, na sua paróquia. Comecemos procurando entender esta pergunta:
O que é o Dízimo?
O dízimo é um ato de agradecimento a Deus por sua bondade para conosco. Ele nos deu a vida, toda a terra, a saúde, a família, a comunidade, o trabalho... a redenção e a santificação.
Joana que não queria saber nada destas novidade fulminou com outra pergunta:
Onde é empregado o Dízimo?
Maria, pacientemente foi colocando as coisas da seguinte maneira:
A prioridade é a evangelização; é também utilizado na formação do leigo, padres, seminaristas e no sustento geral da paróquia: velas, toalhas, vinho, hóstias, contas de luz, água, telefone: salários dos padres e funcionários; material de higiene, limpeza e escritório; encontros, cursos e todas as pastorais; veículos, pobres, impostos e taxas.
Nesta altura o Ivo voltou a insistir e perguntou:
Quanto devemos oferecer?
Maria, com a paciência de sempre foi explicando:
Deus fala em nosso coração o quanto devemos oferecer: 1%, 2%,5% 8%,10%... do que recebemos. Ele nos conhece e sabe de nossa disponibilidade.
Deus, em Jesus Cristo, pelo Espírito Santo, nos fortaleça e nos torne capazes de escolhas verdadeiras, assumindo as conseqüências...
Nesta altura da conversa a Sra. Regina entra na conversa e introduz uma outra questão, perguntando:
O que é oferta?
Bruno que tinha participado da reunião da comunidade lembra que dízimo e oferta foram o tema da reunião, que tratou do sistema de sustentação econômica da comunidade. Sabia que o dízimo e a oferta deveriam ser introduzidos em substituição de festas, rifas e quermesses e quer saber exatamente o que significa mesmo o dízimo e a oferta.
Maria esclarece dizendo:
- Dízimo é tudo isso: colaboração, partilha, gratidão, expressão forte de fé, reconhecimento, comunhão entre os filhos de Deus. E, através da sua oferta, você sustenta as obras sociais, o trabalho missionário e a sua comunidade. Pelo dízimo e pela oferta , você entrega na Igreja parte dos frutos do trabalho como Jesus disse, através do apóstolo: dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza ou constrangimento. Deus ama aquele que dá com alegria ( 2Cor 9,7).
Até aí o padre ainda não tinha falado nada. O Ivo queria saber porque tanta preocupação com o dízimo se a missão da Igreja é espiritual. O padre entra na conversa e ensina que dízimo é espiritualidade.
O que é espiritualidade?
Espiritualidade ou vida espiritual é honrar a SS Trindade, mediante o cultivo das virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade. A pessoa espiritual honra a SS Trindade em tudo o que faz. Entregar o dízimo na comunidade é um modo concreto de honrar a Deus e cultivar a espiritualidade do dízimo.
O que é espiritualidade do Dízimo?
A Espiritualidade do dízimo é um gesto de comunhão, de partilha, de alegria, de modo que agrade a Deus. O dízimo agrada a Deus quando nasce do amor e expressa alegria, misericórdia e fidelidade.
A Joana não se conforma ainda e quer saber porque o padre sempre fala que o dízimo é um desafio pastoral.
O padre explica:
A opção pelo dízimo é um grande desafio para a pastoral da Igreja. Guardemos o que Deus fala através do Deuteronômio: "Tragam o dízimo completo para o templo, para que haja alimento em meu templo. Façam essa experiência comigo... e verão se não derramo sobre vocês minhas bênçãos" (Dt 3,10).
Pratique o dízimo em sua Paróquia e você verá como ela será diferente.
Seu Bruno ainda questionou, querendo saber de que modo se poderia fundamentar o dízimo com textos bíblicos, Maria, lembrou alguns fatos da vida.
Quem semeia largamente, largamente colherá. Na comunidade, nós oferecemos a Deus o dízimo. Deus aceita e o transforma numa dádiva incomparável , de valor infinito. Sempre que colocamos na mão de Deus aquilo que temos, em nossas mãos, Deus nos retribui de maneira sobrenatural (2Cor 9,6-12).
Honra o Senhor com tua riquezaCom as primícias de teus rendimentosOs teus celeiros se encherão de trigoTeus lagares transbordarão de vinho . (Pr 3,9-10)
Jacó fez esta promessa:"Se Deus estiver comigo e me gua-rdar na viagem que estou empreendendo,Se me der pão para comer e roupas para vestir, se eu voltar são e alvo à casa de meu pai,O Senhor se tornará o meu Deus,Esta pedra que erigi em Estela será uma casa de Deus e, de tudo o que me deres, te darei o dízimo (Gn. 28, 20-22).
Todo dízimo da terra , recolhido sobre os produtos da terra ou sobre os frutos das árvores, pertence ao Senhor: é coisa santa para o Senhor. Se alguém faz questão de resgatar algo do seu dízimo, acrescente um quinto. Todo dízimo de boi ou ovelha, isto é, todo décimo animal que passa sob o cajado é coisa santa para o Senhor (Lv 27,30-32).
Existem famílias que passam necessidade: como exigir delas o dízimo? Nosso Senhor já respondeu em Lc. 21,1-4 no elogio da viúva que ofereceu até o seu sustento. Se a miséria, porém, for tão grande que nem uma oferta simbólica possa dar , não seria o caso dela mesma receber parte do dízimo? O dízimo tem três dimensões: religiosa, missionária e social (Lc. 21, 1-4).
Não nasce planta perfeitaNão nasce fruto maduroPara ter a colheita é precisoSemear (Olavo Bilac)
Já era hora de ir embora. Foi quando a Sra Regina lembrou que tinha trazido da igreja alguns folhetos que continham a oração do dizimista e sugeriu que terminassem aquele encontro rezando juntos esta oração , todos concordaram e rezaram:
Oração do Dízimo
Aceita, Senhor, com meu dízimo, a minha gratidão. Quero ser membro da Igreja. O Senhor me dá tantos dons, a começar pela própria vida. Eu quero devolver em forma de serviço, em forma de oferta.
Aceita, Senhor, o meu desejo de participar na missão da Igreja de santificar, de ser anúncio da Boa Nova de Jesus, de transformar o mundo para ser de Deus e de todas as pessoas.
Aceita, Senhor, minha oferta, fruto do meu trabalho e sacrifício de cada dia. Não quero me omitir nem dar só uma esmola.
Maria, Mãe de Jesus e nossa, dai-nos a força de perseverar e de animar outras pessoas a serem dizimistas, a comprometerem-se efetivamente com o reino de Deus, Amém.

10 MANDAMENTOS DO DÍZIMO

1- Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. (2Co 9,7);
2- Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. (Sl 23; 1Co 4,7);
3- Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. (Lc 17, 11-19);
4- Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia. (Ml 3,10; Lc 21,14);
5- Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai. (Mt 6,25-31);
6- Sou dizimista porque o ato de partilha irá matando o meu egoísmo. (Lc 12,16-21; Pd 4,8);
7- Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. (Mt 18,20);
8- Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. (Mt 25,40);
9- Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria. (Jo 14,1-5; Mt 25,34);
10- Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho de Jesus no mundo inteiro. (Mt 28,19-20; Mc 16,15).

IGREJA CATÓLICA CELEBRA NESTE DOMINGO O SEU X ANIVERSÁRIO DE EXISTÊNCIA

PROGRAMAÇÃO
06H00 - CAFÉ PARTILHADO
16H00- ENCONTRO DE FORMAÇÃO
19H30 - MISSA DE AÇÃO DE GRAÇA

DIOCESE DE SANTA LUZIA ABRE NESTE FINAL DE SEMANA O ANO CATEQUETICO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

COMUNIDADE CATÓLICA DE UPANEMA CELEBRA SEMANA SANTA


A PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO – UPANEMA/RN celebrou a Semana Santa que é um tempo especial da misericórdia do Pai, da ternura e do amor do Espírito Santo. Uma Semana chamada santa porque nos leva diretamente ao mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada um desses acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico. A semana santa na paróquia de Upanema foi oficialmente aberta com a Celebração do Domingo de Ramos, que nos lembra a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, onde o povo o acolhe com ramos. A benção dos ramos realizou-se em frente à Delegacia de Polícia, haja vista que neste ano a Campanha da Fraternidade reflete sobre a Segurança Pública. Foi uma semana de intensa oração e bem participativa, destaca-se ainda o tríduo pascal, que prepara a grande festa dos cristãos que é a Páscoa. O tríduo pascal inicia-se na Quinta-feira Santa com a celebração da Instituição da Eucaristia e o Lava-pés; seguindo-se da Sexta-feira Santa onde é o único dia do ano que não se celebra a missa em todo o mundo, o altar fica desnudo, recordando nesta celebração a morte vitoriosa de Jesus, um dia de silêncio, mas não de tristeza; no Sábado Santo se celebra a Vigília Pascal, que é constituída de quatro partes: Liturgia da Luz, Liturgia da Palavra, Liturgia do Batismo e Liturgia Eucarística. E, finalizando a Semana Santa acontece a grande festa dos cristãos que é a Páscoa, fonte de toda esperança, é a Ressurreição de Jesus Cristo, sendo um atestado de que o mal não é invencível e não pode dominar toda existência. Jesus ressuscitado irradia seu poder de libertação e de renovação a toda a humanidade. A Paróquia de Upanema reviveu estes momentos na Zona Urbana e Rural, onde além da presença marcante do Vigário Administrador Paroquial Pe. Josemar Lima-SCJ, estiveram presente quinze missionários de Mossoró, Assu e Recife-PE, sendo 3 freiras da Sagrada Família, 6 missionários da Comunidade Boa Nova, 4 da Comunidade Obra de Maria, 1 seminarista diocesano e 1 missionário leigo. O Pe. Josemar Lima-SCJ destacou que a comunidade de Upanema celebrou bem a Semana Santa, participando ativamente dos momentos celebrativos, finalizou agradecendo a todos que colaboraram para a realização de mais uma Semana Santa e desejando a todos os cristãos uma Feliz Páscoa!

CASAIS SEPARADOS EM BUSCA DA FELICIDADE


Casais separados em busca da felicidade
Quase sempre terão de digladiar com suas carências

Ninguém deseja iniciar um relacionamento já estabelecendo um tempo de duração para ele. Contudo, há alguns compromissos que não conseguem resistir aos desafios propostos pelo casamento e culminam na separação. Isso pode ocorrer por falta de maturidade dos casais, pela falta de conhecimento quanto às obrigações e responsabilidades contidas no matrimônio ou por outros motivos que podem ser justificados somente pelos dois.
:: Ouça comentário do autor
Os desgastes emocionais com os trâmites legais [da separação], a partilha dos bens conquistados pelos cônjuges enquanto conviviam, a definição do destino das crianças, quando essas são frutos do relacionamento... Todas essas situações geram sequelas nas pessoas envolvidas.
Muitas vezes, os amigos do casal, volta e meia, questionam, extasiados, a respeito do fim do matrimônio. Quase sempre se referem às pessoas separadas tratando-as com o sobrenome de casadas, ou, em outras ocasiões, se referindo a elas como “o (a) ex de fulana (o)”. Dessa forma, muitos ex-cônjuges parecem condenados a viver sob os antigos rótulos da vida de casados.
Algumas mulheres, além das crises provocadas pela separação, também vivem os preconceitos de ser vistas como pessoas carentes, não realizadas no casamento. E existem algumas que ainda sofrem perseguições do ex-marido ciumento que não aceita a ideia da ex-esposa procurar a felicidade ao lado de outra pessoa.
Como se não bastasse todo o esforço para desvincular tais estigmas, os transtornos emocionais não deixarão de existir. Casais separados estão sujeitos aos desafios de enfrentar sentimentos negativos a respeito da má experiência vivida ou até mesmo a respeito dos próprios conceitos, muitas vezes, estereotipados sobre as pessoas do sexo oposto.
Quase sempre os divorciados terão de digladiar com suas carências e buscar a cura das feridas geradas por um período tumultuado em suas vidas. Para muitos, a realidade de separados traz consigo a incumbência de, também, administrarem uma família sozinhos. Entretanto, há pessoas que sabem conviver, perfeitamente, com essa situação levando a vida de solteiro (a) com responsabilidade e sabedoria.
Embora seja comum despender certo tempo para se recompor da malsucedida experiência, há um grupo de pessoas que ainda deseja viver a felicidade procurada novamente num relacionamento a dois. Mas, acreditar que precisam encontrar alguém a qualquer custo poderá ser um erro tanto para homens quanto para mulheres separadas.
A Igreja Católica estabelece um procedimento específico para liberar casais divorciados para que possam viver outro relacionamento conjugal na plenitude da graça dos sacramentos. Para isso, o processo eclesial, conhecido como processo de nulidade matrimonial, por intermédio dos representantes da Igreja, se incumbe de examinar os fatos ocorridos na vida dos divorciados a fim de confirmar se existiu ou não o vínculo matrimonial na ocasião da celebração [casamento]. Ao contrário daquilo que normalmente pode-se pensar, o processo de nulidade não anula um sacramento, pois perante a Igreja todos [os sacramentos] são indissolúveis. Um fato curioso é que esses tribunais já existiam na Igreja mesmo antes dos tribunais civis.
Se a nossa felicidade depende de nossas escolhas, após a separação, a pessoa precisará ser muito mais seletiva se pretender viver uma segunda união. Pois, dependendo do local onde se busca um amor, poderá levar como brinde para dentro do relacionamento alguém com tendências ao vício da bebida ou de noitadas sem compromisso.
Casais separados, quando decidem viver uma segunda experiência, devem estar preparados para evitar reincidir nos mesmos erros cometidos no relacionamento anterior. Por mais dedicado que possa ser alguém dentro de um convívio, se não houver a humildade em querer ser melhor, nada poderá acontecer.
Contudo, o desejo de ser feliz junto de alguém ou sozinho é possível quando este for somado à experiência de uma intimidade com Deus, que tudo pode realizar por aqueles que por Ele são muito amados.
Um abraço. Deus abençoe a todos.

DIOCESE DE SANTA LUZIA REALIZA NESTE FINAL DE SEMANA ENCONTRÃO DE CATEQUISTAS

CAMPANHA DO SINO


Diante da necessidade este mês de Abril esta sendo marcado com a campanha do sino sob a coodenação de Terezinha Anizio e Dorinha Pereira.

Ajude-nos a realizar mais um projeto rumo ao bem estar da nossa Igreja

PASTORAL DO DÍZIMO COMEMORA SEU X ANIVERSÁRIO EM UPANEMA


No próximo dia 19 a Pastoral do Dízimo da nossa Igreja comemorará o seu X aniversário de caminhada com uma programação especial.


06h00 - café partilhado

16h00 - Palestra com o Pe. Tarcísio

19h30- Missa em ação de graças

domingo, 12 de abril de 2009

IGREJA CATÓLICA PARABELIZA O DIÁCONO FREIRE PELA PASSAGEM DO SEU ANIVERSÁRIO. PARABÉNS IRMÃOZINHO


SAIBA COMO TEVE INÍCIO A FESTA CRISTÃ DA PÁSCOA

''É a data em que celebramos a vida nova que recebemos no batismo, a nossa passagem da morte para a vida''.
O especialista em História da Igreja, Padre Flávio Cavalca de Castro, esclarece em entrevista ao noticias.cancaonova.com, como teve início a festa da Páscoa. Ele explica que antes mesmo da Páscoa cristã, pastores e camponeses já a celebravam, e somente com o passar do tempo os judeus incorporaram esta tradição.
Padre Flávio faz ainda um alerta de que a Semana Santa não é um fim de semana prolongado para se realizar viagens de turismo, mas sim, um momento para refletir e viver em comunidade os últimos momentos da vida de Cristo até à sua Ressurreição.

noticias.cancaonova.com - Quando foi a primeira vez que a Páscoa foi celebrada?Padre Flávio - Desde dos tempos primitivos, antes mesmo do povo hebreu, a Páscoa era uma festa da primavera, dos pastores e camponeses. Para os pastores, o símbolo usado era de um cordeiro pascal; para os camponeses, o pão sem fermento, porque nesse festa se jogava fora todo mantimento antigo. Os judeus adquiriram essa prática que existia na Palestina. Quando foram se desenvolvendo enquanto povo, deram um novo sentido a esse rito. Passou a ser a festa da libertação do povo hebreu das mãos do Egito, e foi se desenvolvendo de diversas maneiras até os últimos tempos antes de Cristo. O que se celebrava no tempo de Jesus já era bem diferente da festa da Páscoa primitiva.

noticias.cancaonova.com - E a Páscoa cristã?
Padre Flávio - Os Evangelhos falam que Jesus morreu por ocasião da festa da Páscoa hebraica. Mateus, Marcos e Lucas apresentam a última ceia como se fosse uma ceia pascal. Não podemos ter certeza disso, pois o que se parece é que a Páscoa seria celebrada no dia seguinte, depois da morte de Jesus. De qualquer maneira, tanto nos Evangelhos como nas Cartas, os símbolos pascais são usados para falar de Jesus, que é o cordeiro que dá a sua vida, nos liberta e, ressuscitado, nos leva à uma vida nova. Encontramos esta idéia de Páscoa no primeiro século do cristianismo, ainda que não tenhamos a informação precisa de quando começou essa celebração. O certo é que textos do primeiro século já se referem à festa da Páscoa como a festa da Ressurreição, da vida nova. Tanto que era nessa festa que se colocava o batismo dos novos agregados à Igreja. A Páscoa foi sempre celebrada com um rito solene, mas passou a ser celebrada na noite do sábado somente a partir do sétimo ou oitavo século. E por questões de segurança, a celebração passou a ser adiantada para a tarde do sábado, depois, para a manhã do próprio sábado até o anos de 1951, quando Pio XII restaurou o rito da vigília Pascal. Hoje, parece que está ocorrendo um perigo, pois começam a adiantar de novo essa vigília. Em alguns lugares começam às 18h, 20h, quando a tradição era de se terminar pelo menos à meia noite.

noticias.cancaonova.com - Como se calcula o período da Páscoa?
Padre Flávio -
Os judeus celebravam a Páscoa sempre no dia 14 do mês de Nissan, que fazia parte do calendário lunar. Tal calendário, obviamente, não coincide com o nosso calendário, que é baseado na movimentação do sol. Não temos a informação exata da data em que celebravam nos primeiros tempos, e, no século primeiro, esta foi a primeira controvérsia entre os cristãos. No Oriente, na Palestina e na Ásia Menor, celebravam a Festa da Páscoa exatamente no dia 14 de Nissan, que corresponde, mais ou menos, ao nosso mês de março. Celebravam, principalmente, a morte de Jesus, tanto que se chamava a Páscoa da Crucificação. Já no Ocidente, como em Roma e outras cidades, celebrava-se mais a Ressurreição de Jesus, e não se celebrava no dia 14 de Nissan. O costume era o de celebrar sempre no domingo depois do 14 de Nissan. No século seguinte, aconteceram várias controvérsias até que se chegou a um consenso. A partir de então, a Páscoa seria sempre no domingo após o 14 de Nissan. Mas isso ainda não resolveu o problema, por ser uma data do calendário lunar. A questão agora seria como transferir isso para o calendário solar, até que se chegou à conclusão de que a Páscoa deveria ser celebrada sempre no domingo depois da primeira lua cheia, após o equinócio da primavera, que cai aproximadamente no dia 21 de março. Consequentemente, a data da Páscoa vai variar de dois de março até 25 de abril, que por sua vez vai determinar o início da Quaresma e do Carnaval. A festa da Páscoa é, portanto, uma festa móvel, por se basear no calendário lunar e se encaixar perfeitamente em nosso calendário solar.

noticias.cancaonova.com - Como a sociedade contemporânea vive a maior festa cristã?
Padre Flávio - Hoje em dia, praticamente não se vive a festa da Páscoa. Temos uma data puramente comercial e, mais ou menos, tradicional, mas sem maior significado religioso. Consideram que o importante é ovo de chocolate, o coelho da Páscoa e, o pior, a Semana Santa, para muitos, não passa de um fim de semana prolongado. O número de cristãos e católicos que, nesta época, vão para as praias e viagens de turismo, é simplesmente desconcertante. Diante disso, devemos recuperar, em nossas comunidades o sentido da festa da Páscoa, isto é, a Ressurreição de Jesus, Sua vitória e a manifestação do Seu poder sobre o pecado. Ao mesmo tempo, é a data em que celebramos a vida nova que recebemos no batismo, a nossa passagem da morte para a vida, da escravidão para a vida e da cegueira para a justiça. Eu lembro que na Rússia, na semana seguinte à Páscoa, os cristãos se cumprimentavam nas ruas dizendo “Cristo ressuscitou!”, e outro respondia “Viva! Graças a Deus!”. Penso que temos uma responsabilidade muito grande diante dessa celebração e no resgate do seu sentido.
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PÁSCOA! É SEMPRE O NOVO ACONTECENDO!


Páscoa! É sempre o Novo acontecendo!
Algo novo acontece também em sua casa

Celebremos a Páscoa em família! Entremos no coração dos primeiros amigos de Jesus e tenhamos atitudes semelhantes às deles. Não dá para celebrarmos tão grande mistério e sair das celebrações como se nada tivesse acontecido. A Liturgia da Igreja atualizará em nossos corações a força do Ressuscitado.
Fico a imaginar os primeiros discípulos de Jesus, as pessoas que passaram por momentos tão profundos com Ele: Pedro, João, Zaqueu, Madalena, cegos, surdos, mudos, paralíticos... Depois de experiências tão fortes, viram-nO crucificado entre os condenados da época. No entanto, uma notícia nova correu de boca em boca... Ele não estava mais no sepulcro! Ressuscitou! Dá para imaginar o que se passou em cada coração? Todos aqueles que vivenciaram o olhar de amor e de cura do Mestre têm uma certeza em seus corações: Ele vive! Agora tudo se torna mais claro e evidente, as peças se encaixam, os mosaicos da vida de todos eles se completam. Cristo passou para a outra margem, onde nos espera, mas ao mesmo tempo está vivo entre nós! Pedro se recorda de que é pedra de sustentação de um grande edifício espiritual e se dedica incansavelmente à missão, oportuna e importunamente, anuncia seu Senhor!
João se lembra do pulsar do coração do seu Amigo e procura colocar o seu coração no ritmo do d'Ele! "Filhinhos, não amemos só com palavras e de boca, mas com ações e de verdade" (1 Jo 3,18), foi o que insistentemente ouviu e mais insistentemente ainda recorda à Igreja! Zaqueu, por sua vez, segue adiante. Depois de ter subido o mais alto que pôde para se deixar ver por Jesus, agora o tem para sempre no interior de sua casa, onde a salvação chegou! Madalena é, agora, simplesmente Maria, uma nova mulher. Proclama como, Apóstola dos Apóstolos, a notícia da ressurreição do verdadeiro Amor! Para ela, as trevas são como o dia, pois toda a noite da história se passou! Uma luz mais forte brilha para os que não enxergavam, uma Palavra nova toma conta dos ouvidos dos surdos e da boca dos mudos, o Caminho se plenifica para os paralíticos! É Ressurreição!
É a Páscoa do Senhor! Nós também, discípulos-missionários de hoje, nos deixamos tocar por essa alegre notícia. Aquele que nos tocou profundamente desde o nosso batismo, escolheu como casa, pela ação do Seu Espírito, o coração de todos nós! Com Pedro e os demais queremos anunciá-Lo, glorificá-Lo, adorá-Lo, por nossas ações e preces, por nossa vida e história! Feliz momento novo para você e para sua casa! Que o Ressuscitado esteja no seu coração de esposo, de esposa, de pai, de mãe, de filho, de filha, de irmão e de irmã! Seja Páscoa no seu lar!
Padre Rinaldo Roberto de Rezende

HOJE MISSA DE PÁCOA NA IGREJA MATRÍZ ÁS 19H30


Hoje a Igreja Católica celebra a grande festa Cristã da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, tempo de renovação e transformação em nossas vidas.

Participemos juntos deste momento de festa e alegria da nossa fé.

FELIZ PÁSCOA!!!

sábado, 11 de abril de 2009

PROGRAMAÇÃO DO SÁBADO SANTO

Hoje a programação se inicia as 22h00 com a procissão e bênção do fogo. Saída da frente do Cemitério Morada da Paz. Queremos em Vírgilia estarmos de lâmpadas acesas esperando a grande alegria que é o anuncio da ressurreição.

NE IGREJA TUDO EXISTE A PARTIR DA PÁSCOA



Na Igreja tudo existe a partir da Páscoa
Da redação
O ano litúrgico como hoje o conhecemos pretende levar os católicos a celebrar sacramentalmente a pessoa de Jesus Cristo como "memória", "presença", "profecia". Na Igreja primitiva, o mistério, a celebração, a pregação, a vida cristã tiveram um único centro: a Páscoa - o culto da Igreja primitiva nasceu da Páscoa e para celebrar a Páscoa.
No início da vida cristã encontra-se o Domingo como única festa, com a única denominação de "Dia do Senhor". Por influência das comunidades cristãs provenientes do judaísmo, surgiu depois um "grande Domingo", como celebração anual da Páscoa. A partir do séc. IV, com os decretos que garantiam a liberdade de culto aos cristãos, começaram-se a celebrar na Terra Santa os acontecimentos da Paixão e morte de Jesus Cristo, nos locais e às horas em que eram relatados nos Evangelhos.
Nasceu assim a Semana Santa e os peregrinos estenderam este uso a todas as igrejas. A celebração do batismo na noite de Páscoa, já em uso no século III, e a disciplina penitencial com a reconciliação dos penitentes na manhã de Quinta-feira Santa, já no século V, fizeram nascer também o período preparatório da Páscoa, ou seja, a Quaresma, inspirada nos "quarenta dias bíblicos". A Semana Santa apresenta-se, neste contexto, como a Semana Maior do ano litúrgico. Graças à peregrina Egéria, que viveu no final do século IV, conhecemos os rituais que envolviam estas celebrações no princípio do Cristianismo. Ela descreve em seu livro "Itinerarium" a liturgia que se desenvolveu em Jerusalém, teatro das últimas horas de vida de Jesus, e compreende o intervalo de tempo que vai do Domingo de Ramos à Páscoa.
Na Idade Média, esta semana era chamada a "semana dolorosa", porque a Paixão de Cristo era dramatizada pelo povo, pondo em destaque os aspectos do sofrimento e da compaixão. Atualmente, muitas igrejas locais dão ainda vida a essa tradição dramática, que se desenrola em procissões e representações da Paixão de Jesus. Percurso celebrativo A celebração dos mistérios da Redenção, realizados por Jesus nos últimos dias da sua vida, começa pela sua entrada messiânica em Jerusalém. O Domingo de Ramos abriu solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da Paixão do Senhor.
Duas celebrações marcam a Quinta-feira santa: a Missa Crismal e a Missa da Ceia do Senhor. Antigamente, na manhã deste dia celebrava-se o rito da reconciliação dos penitentes, a quem tinha sido imposto o cilício em quarta-feira de cinzas. Hoje, a manhã é preenchida pela Missa Crismal, que reúne em torno do Bispo o clero da Diocese e são abençoados os óleos dos catecúmenos e dos enfermos e consagrado o Santo Óleo do Crisma.
A origem da bênção dos óleos santos e do sagrado crisma é romana, embora o rito tenha marcas galicanas. Em conformidade com a tradição latina, a bênção do óleo dos doentes faz-se antes da conclusão da oração eucarística; a bênção do óleo dos catecúmenos e do crisma é dada depois da comunhão. Permite-se, todavia, por razões pastorais, cumprir todo o rito de bênção depois da liturgia da Palavra, conservando, porém, a ordem indicada no próprio rito. Com a Missa vespertina da Ceia do Senhor tem início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. É comemorada a instituição dos Sacramentos da Eucaristia e da Ordem e o mandamento do Amor (o gesto do lava-pés).
A simbologia do sacrifício é expressa pela separação dos dois elementos "o pão" e "o vinho". Esse evento do mistério de Jesus também se tornou manifesto no gesto do lava-pés. Depois do longo silêncio quaresmal, a liturgia canta o Glória. No final da Missa, o Santíssimo Sacramento é trasladado para um outro local, desnudando-se então os altares. Na Sexta-feira Santa não se celebra a missa, tendo lugar a celebração da morte do Senhor, com a adoração da cruz.
O silêncio, o jejum e a oração marcam este dia. A celebração da tarde é uma espécie de drama em três actos: proclamação da Palavra de Deus, apresentação e adoração da cruz, comunhão. O Sábado Santo é dia alitúrgico: a Igreja debruça-se, no silêncio e na meditação, sobre o sepulcro do Senhor. A única celebração primitiva parece ter sido o jejum.
A Vigília Pascal é a “mãe de todas as celebrações” da Igreja. Celebra-se a Ressurreição de Cristo, a Luz que ilumina o mundo, e para transmitir esse simbolismo deve ser celebrada não antes do anoitecer e terminada antes da aurora. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia Eucarística. Ainda hoje continua a ser a noite por excelência do Batismo.
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COMO A IGREJA VIVE A SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO


Como a Igreja vive a Sexta-Feira da Paixão
Da Redação, com Agências
Silêncio, jejum e oração marcam este dia, em que a Igreja lembra a paixão e morte de Jesus. É o único dia do ano em que não é celebrada a Santa Missa, e sim, as funções litúrgicas da Paixão e Morte de Jesus, com a adoração da cruz. Com excessão deste ano, em que o Papa Bento XVI autorizou a Celebração da Missa de corpo presente, em memória das vítimas do terremoto em Áquila, na Itália. A Celebração divide-se em três partes: a proclamação da Palavra de Deus, apresentação e adoração da cruz e a comunhão. A Comunhão na Sexta-feira Santa foi introduzida com a reforma litúrgica de Pio XII, em 1955. No mais, conservou a maior parte dos costumes anteriores.Mais tarde, com o Concílio Vaticano II aconteceram profundas modificações na liturgia. A celebração já fora fixada para a parte da tarde (na hora em que se acredita que Jesus tenha morrido). Havia também a possibilidade de se fazer a liturgia da Palavra na parte da manhã, deixando para tarde a veneração da cruz e a comunhão. Os motivos pastorais, no entanto, exigiram que se fizesse uma só cerimônia, para não obrigar as pessoas a reunirem-se duas vezes no mesmo dia.A Liturgia da Palavra tem um dos elementos mais antigos da Sexta-feira Santa, que é a grande Oração Universal, com dez intenções que procuram abranger todas as necessidades e todas as realidades da humanidade.Coleta Os católicos de todo o mundo são convidados, nesta Sexta-feira Maior, a ajudar as comunidades da Terra Santa. Por disposição dos Papas, a Igreja dedica este dia à oração e a "coleta" para a comunidade católica da Terra Santa e para a manutenção dos Lugares Santos. Paulo V, em 22 de janeiro de 1618, determinou, pela primeira vez, a finalidade desta coleta.Este ano, a iniciativa é marcada por um alerta do Vaticano: "A ferida aberta pela violência agrava o problema da emigração, que priva inexoravelmente a minoria cristã dos seus melhores recursos para o futuro. A Terra, que foi berço do cristianismo, corre o risco de ficar sem cristãos".O Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, escreve aos bispos de todo o mundo, "encorajando à sensibilidade em favor dos irmãos cristãos da Terra Santa, os quais, juntamente com os habitantes de vastas regiões do Médio Oriente, desde há muito, anelam pela paz e pela tranqüilidade tão ameaçadas"."A Igreja Universal, constata o cardeal, segue com forte preocupação a situação desestabilizada por diversos e graves problemas", lembrando o regresso das hostilidades na Faixa de Gaza, que deixou entre as "inúmeras vítimas, muitas crianças completamente inocentes".A carta do cardeal cita as diversas tomadas de posição do Papa em prol dessas populações e assegura que a Congregação para as Igrejas Orientais "segue com atenção, em nome do Santo Padre, a comunidade eclesial da Terra Santa. Portanto, faz-se intérprete da sua amorosa solicitude, renovando a exortação a todos os católicos para que contribuam, também materialmente, para o sustento dos Lugares Santos".

PARABÉNS RICARDO ALEXANDRE




Hoje é um dia especial para Ricardo e para todos os seus amigos, pois o mesmo celebra o dom da vida. Nós que fazemos a Paróquia de nossa Senhora da Conceição somos muito agradecidos pelo serviço e disponibilidade que Ricardo realiza na nossa Igreja. A vc Ricardo os nossos parabéns, que Deus continue guiando a tua vida hoje e sempre.


FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

DEUS NÃO DESISTE DE VOCÊ

Apesar do seu pecado, Deus não desiste de você, nunca desistiu. Nas famílias, aquele filho, o mais arteiro, aquele que está bebendo, cheirando [cocaína]... o pior dos filhos é para quem a mãe dá mais amor, não é verdade? Pai e mãe não nos conhecem? Para eles precisamos falar que estamos tristes? Eles conhecem nossa voz ao telefone. Deus é igual a esse pai e a essa mãe e conhece todos os nossos erros; até os que nós fizemos na semana passada, eles já sabem, pois nos conhecem. Deus o ama e quando vê você o ama do jeito que é.
Quantas decepções em sua vida? Muitas vezes, em nossas vidas, as pessoas que mais amamos nos ofenderam e disseram: “Você não vale nada! Não presta! É um mau filho”. Deus o acolhe do jeito que você está: você que perdeu o amor próprio e que se acha indigno do amor do Pai. Talvez você se veja hoje como a pessoa que menos mereça o amor do Senhor. Ninguém merece mesmo, isso prova de que maior é o amor.
Durante muito tempo eu ia comungar e ficava naquela crise, pensando: “Senhor, eu sou pecador. Eu confessei ontem e já pequei de novo”. Mas, mesmo assim, eu ia para a procissão da comunhão, rezando: “Não comungo porque mereço, isso eu sei, ó meu Senhor, comungo, pois preciso de Ti. Quando faltei à Missa, eu fugia de mim e de Ti. Mas agora eu voltei, por favor, aceita-me”.
O demônio faz você sentir que não merece Deus e o afasta da Eucaristia. Na verdade, você está fugindo de sua consciência, fugindo do Senhor. Quando a pessoa está com anemia o que ela mais precisa fazer é comer, e é o que ela menos quer fazer. O pecado faz isso: você peca e não vai mais à Missa, é como dizer: “Eu não vou ao hospital, porque estou doente”.
Deus nos dá sempre uma nova chance. Faz anos que acompanho monsenhor Jonas, e vendo meus erros, meus limites, muitas vezes, eu quis ir embora. E por causa do amor de Deus, por causa de um abraço de um irmão, eu não fui. O demônio vai querer isolá-lo, fazer com que você falte à Celebração Eucarística e não procure a Deus Mas é em comunidade que você vai crescer e amadurecer.
O Senhor quer uma atitude sua. Não o estou acusando, mas não posso negar que Deus está me usando para que você saia do marasmo que está sua vida. Jovens tão bonitos, mas sem vida, porque não perdoam, porque estão secos por dentro.
Deus está levando você a ter um encontro com a cruz. E, diante dela [cruz], coloque todas as pessoas as quais você precisa perdoar e também as que você matou em seu coração. Entregue sua vida para Jesus hoje!
(Artigo produzido a partir de pregação em 28/02/2008)
Diácono Nelsinho Corrêa

ENTENDA O SIGNIFICADO DOS SÍMBOLOS DA SEMANA SANTA

A Semana Santa é rica em símbolos, que têm como objetivo tornar visível a beleza das celebrações que manifestam o Mistério da Salvação. Na última reportagem da série sobre a Semana Santa, você vai conhecer o significado destes símbolos.
Deus fala ao homem por intermédio da criação visível, afirma o Catecismo da Igreja Católica. Assim, os símbolos e sinais assumem um lugar importante, que favorecem a comunicação com o transcendente. A liturgia da Semana Santa é rica destes símbolos e nos fazem recordar o mistério da Salvação. A cruz, por excelência, marca este tempo. O objeto de extrema punição se tornou, para os que crêem, um sinal de amor e reconciliação de Deus com a humanidade.O Círio Pascal, aceso na noite da Vigília pelo fogo novo, representa a luz de Cristo que vence as trevas e faz brilhar sobre os homens a verdadeira esperança.Embora populares nesta época, os ovos e os coelhos não são símbolos litúrgicos, mas foram assumidos pelo povo. O coelho representa fertilidade, vida em abundância. Deste modo, para a piedade popular, se tornou símbolo do Cristo, Senhor da Vida.Quase ninguém resiste ao saboroso chocolate, principalmente nesta época. Na Casa de Marcelo Santos Freitas e Ana Maria Coli de Freitas, os ovos de chocolate não faltam, mas o filhos sabem o verdadeiro sentido.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA EM UPANEMA

SEXTA-FEIRA
06H00 - VIA-SACRA
10H00 - CONFISSÃO INDIVIDUAL
12H00 - REZA DO TERÇO
16H00 - CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO

SÁBADO
22H00 - PROCISSÃO DA VÍRGILIA PASCAL SAINDO DA FRENTE DO CEMITÉRIO MORADA DA PAZ

DOMINGO
19H30 - MISSA DE PÁSCOA NA IGREJA MATRÍZ

terça-feira, 7 de abril de 2009

REFLEXÕES SOBRE A SEMANA SANTA



Padre André Luiz Gregório


Reflexões sobre a Semana Santa
Bênção dos óleos, a procissão do encontro, o toque da matraca, a malhação do Judas e a luz do Círio Pascal. Essas são algumas das tradições que compõem a Semana Santa. Para explicar o que significa cada dessas práticas, o ministro do culto religioso, missionário da Canção Nova, padre André Luiz Gregório conversou com o cancaonova.com.


O sacerdote também esclarece o fato de a Sexta-feira Santa ser um dia antilitúrgico e fala sobre o significado da Páscoa para os cristãos.


Leia a entrevista e saiba quais dessas práticas são cristãs e quais são consideradas manifestações populares não acolhidas pela Igreja Católica.

cancaonova.com: Uma das celebrações da Semana Santa é a Missa dos Santos Óleos. Nela, três óleos são abençoados: o óleo do crisma, o dos catecúmenos e o dos enfermos. O que significa e para que serve cada um deles?

Padre André: Essa Missa é celebrada toda Quinta-feira Santa de manhã. Esses óleos são abençoados pelos bispos uma vez a cada ano e distribuídos para que os sacerdotes façam uso deles de acordo com a necessidade do sacramento. O batismo e a crisma são sacramentos da iniciação cristã; o óleo do batismo é chamado de óleo dos catecúmenos, a visibilidade do sinal da unção dada à pessoa batizada em Cristo no poder do Espírito Santo. O óleo do crisma é o sinal original para o recebimento do Espírito Santo, depois do batismo. Ele é feito pela imposição das mãos dos bispos. A pessoa, que é ungida na fronte com um óleo perfumado, transforma-se em portador daquele perfume e o espalha ao redor de si. Isso quer dizer que o cristão se torna o perfume de Cristo para, na sua vida, perfumar cada vez mais a vida das pessoas para que elas também venham a se tornar cristãs.O óleo da unção dos enfermos é um sacramento próprio para que os doentes sejam aliviados de suas dores. Foi instituído pelo próprio Cristo, como podemos atestar em São Tiago: “Alguém dentre vós está doente, mande os sacerdotes da Igreja para que ore sobre ele, ungindo-o com o óleo em nome do Senhor” (Tiago 5,14). Para recebê-lo, os enfermos precisam estar em perigo de morte ou em idade muito avançada. No agravamento da doença, eles também podem receber mais vezes essa unção. Esta precisa ser precedida da confissão para que a pessoa possa ser liberta de todos os pecados e receber a graça de Deus.


cancaonova.com: O que é a Procissão do Encontro?
Padre André:
Ela acontece em vários locais como uma tradição, uma cultura devocional do povo, que também é chamada, em alguns lugares, de Procissão dos Passos. Algumas pessoas vêm em procissão seguindo Nossa Senhora, enquanto outras seguem Jesus. Nesse encontro, Mãe e Filho refletem as dores pelas quais vão ter de passar. Ela é aquela que vai viver tudo unida ao mesmo amor essa realidade de Cristo. É em razão desse encontro que a Santíssima Virgem recebe o título de Nossa Senhora das Dores.

cancaonova.com: O hábito de colocar moedas no caixão de Nosso Senhor morto [comum em cidades do interior] é superstição ou uma tradição católica?

Padre André: A procissão é uma tradição popular da Igreja Católica, na qual existe uma devoção pelo Cristo morto, mas as moedas não são uma tradição. A Igreja não tem isso como uma devoção nem incentiva as pessoas a jogá-las sobre o caixão. É uma manifestação do povo no sentido de reconhecer o Cristo e querer ofertá-lo. No entanto, a Igreja não reconhece essa prática [de jogar moedas no caixão] durante essa cerimônia.


cancaonova.com: Durante a Procissão, ouve-se o toque da matraca. O que esse som representa?Padre André: A matraca representa a questão do sofrimento de Cristo. Como na Ressurreição é tocado o sino, na Sexta e no Sábado Santo há um momento de profunda reflexão da Morte e do sofrimento de Cristo. Nesse momento, é tocada a matraca para não tirar o sentido do silêncio. O sino é muito vibrante, já a matraca tem um som mais seco. Isso quer dizer que, com aquelas batidas, as pessoas vão refletir o significado do sofrimento da flagelação de Jesus.


cancaonova.com: Por que não há Missa na Sexta-feira Santa?

Padre André: Na Sexta-feira Santa não há Missa, porque é um dia antilitúrgico. O altar é desnudado para se refletir sobre a Morte de Cristo, sobre Sua passagem na cruz. Nesse dia há apenas a celebração da Paixão de Cristo, na qual vai haver um momento da celebração da Palavra, da adoração da cruz e da comunhão, a qual já é consagrada um dia antes (na Sexta-feira não há o ato da consagração). A comunhão é dada somente nessa celebração; fora dela, apenas para as pessoas que se encontram em limitação por doença e não podem participar dela [celebração] é que podem recebê-la.


cancaonova.com: A malhação do Judas, que acontece do Sábado Santo, é um ato cristão?

Padre André: Não é uma prática cristã, porque nós cristãos acreditamos no amor e na misericórdia. Jesus fala, na Palavra, que Ele veio para nos salvar, não para nos condenar. Então, nem a Igreja nem nós podemos julgar a pessoa de Judas, quanto mais malhá-lo. Esse ato não tem nada a ver com a Igreja, porque o Senhor nos ensina a caridade, a vencer o mal com o bem. Ele [ato de malhar Judas] não é apoiado nem incentivado pela Igreja, pois vem das pessoas que não têm conhecimento da fé e não praticam o Catolicismo.


cancaonova.com: Outra prática comum no Sábado Santo é acender o Círio Pascal. O que isso representa?

Padre André: O Círio Pascal representa a luz de Cristo, que se manifesta nas trevas. É colocado o fogo novo no Círio, que vai se manifestar nas trevas e dissipá-la, porque o Cristo ressuscita e se manifesta na Sua luz e na Sua glória.


cancaonova.com: O que significa a Páscoa para os cristãos?
Padre André
: A Páscoa é a maior festa cristã, porque celebra a passagem do Cristo, que morre pelos nossos pecados e ressuscita ao terceiro dia, dando-nos a graça de acreditarmos, pela fé, na esperança de ressuscitar como Ele ressuscitou ao terceiro dia.

EVANGELHO DO DIA



Evangelho (João 13,21-33.36-38)
— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, estando à mesa com seus discípulos, 21Jesus ficou profundamente comovido e testemunhou: “Em verdade, em verdade vos digo, um de vós me entregará”. 22Desconcertados, os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem Jesus estava falando.23Um deles, a quem Jesus amava, estava recostado ao lado de Jesus. 24Simão Pedro fez-lhe um sinal para que ele procurasse saber de quem Jesus estava falando. 25Então, o discípulo, reclinando-se sobre o peito de Jesus, perguntou-lhe: “Senhor, quem é?”26Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der o pedaço de pão passado no molho”. Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão Isca­riotes. 27Depois do pedaço de pão, Satanás entrou em Judas. Então Jesus lhe disse: “O que tens a fazer, executa-o depressa”.28Nenhum dos presentes compreendeu por que Jesus lhe disse isso. 29Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus lhe queria dizer: ‘Compra o que precisamos para a festa’, ou que desse alguma coisa aos pobres. 30Depois de receber o pedaço de pão, Judas saiu imediatamente. Era noite. 31Depois que Judas saiu, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. 33Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Vós me pro­curareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’”.36Simão Pedro perguntou: “Senhor, para onde vais?” Jesus respondeu-lhe: “Para onde eu vou, tu não me podes seguir agora, mas seguirás mais tarde”. 37Pedro disse: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Eu darei a minha vida por ti!” 38Respondeu Jesus: “Darás a tua vida por mim? Em verdade, em verdade te digo: o galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes”.

- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA

São João Batista de La Salle
Nasceu na França, em Reims, no ano de 1651, dentro de uma família abastada. Perdeu muito cedo os seus pais, e foi ele, com este amor alimentado na oração, na vivência dos mandamentos, na vida sacramental, que educou os seus irmãos. E o carisma da educação foi brotando naquele coração chamado à vida religiosa e sacerdotal.Estudou em Paris, e deu passos concretos de encontro as necessidades no campo da educação: cuidar e educar de maneira virtuosa os homens. Sendo assim, foi uma resposta de Deus para a Igreja.La Salle teve uma santidade reconhecida pela sociedade. Doze 'irmãos' se uniram a ele nesse projeto de Deus. Esse sacerdote, centrado na Eucaristia, teve suas escolas populares espalhadas pela França, Europa, e hoje, pelo mundo.São João Batista de La Salle, fundador dos “irmãos das escolas cristãs”, nos prova que quando se tem uma inspiração, e como Igreja, ela fará bem a sociedade, vale à pena nos doarmos, mesmo que a incompreensão nos visite.Faleceu com quase 70 anos, e é intercessor dos mestres e educadores, para que sejamos na sociedade um sinal de esperança.São João Batista de La Salle, rogai por nós!

POR QUE SE CONFESSAR COM UM PADRE?

Por que se confessar com um padre?
Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência
A+A-
ACUSAÇÃO: “Quem pode perdoar os pecados senão Deus? ” (Mc 2,7).
RESPOSTA : Quem negava a Jesus o poder de perdoar os pecados e até O tachava de blasfemador eram os orgulhosos escribas. Jesus, porém, lhes respondeu: “Para que saibais que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados […]” (Mc 2,10) e curou o paralítico, que foi perdoado à vista deles.
Esse poder de perdoar os pecados, o Senhor o confiou aos homens pecadores, aos Apóstolos e a seus legítimos sucessores, no dia mais solene: na Ressurreição quando lhes apareceu e disse: “Assim como o pai me enviou, também eu vos envio a vós. Tendo dito estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Àquele a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,21-23).
Não resta dúvida de que o sopro de Cristo ressuscitado e as palavras: “Recebei o (dom do) Espírito Santo […]” expressam claramente que os Apóstolos não obtiveram o poder de perdoar os pecados em virtude de sua santidade ou impecabilidade, mas como um dom especial, merecido por Cristo e a eles conferido em favor das almas, remidas pelo sangue derramado na cruz. Daí dizer: “Eu não me confesso com os padres, porque eles também são pecadores” demonstra igual insensatez ao se afirmar: “Eu não vou, com minha doença, procurar conselho e remédio dos médicos, porque eles também ficam doentes”.
Por isso, os católicos, mesmo que sejam, cardeais e reis, dobram humildemente suas cabeças diante de tão claras palavras de Jesus e confessam seus pecados diante dum simples sacerdote, para receber o perdão de Deus. Os outros crentes, porém, preferem ignorar essas palavras de Cristo e desprezar o grande dom do Senhor no sacramento da penitência. Para motivar esse procedimento, procuram na Bíblia vários textos no sentido: “Convertei-vos… fazei penitência… arrependei-vos, para que vossos pecados sejam perdoados,… para que sejais salvos”.
Ninguém duvida de que o sincero arrependimento dos pecados, com firme propósito de não pecar mais, e a satisfação feita a Deus e aos prejudicados, eram no Antigo Testamento condições necessárias e suficientes para obter perdão do Altíssimo. O mesmo vale ainda hoje para todos os que desconhecem a Jesus e o Evangelho, para os que não têm nenhuma ocasião de se confessar; são ainda condições necessárias para obter perdão na boa confissão. Mas quem no seu orgulho não acredita na veracidade e obrigatoriedade das palavras de Cristo Ressuscitado, com as quais Ele instituiu o sacramento da penitência, e por isso não quer se confessar, dificilmente receberá perdão!
Cada pecado é um ato de orgulho e de desobediência contra Deus. Por isso “Cristo se humilhou e tornou-se obediente até a morte na cruz” (Fl 2,8) para expiar o orgulho e a desobediência dos nossos pecados e nos merecer o perdão. Por essa razão, Ele exige de nós confissão sacramental, na qual confessamos os nossos pecados diante do Seu representante, legitimamente ordenado. Conforme a Sua promessa: “Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Lc 18,14).
Alguns “crentes” aliciam os católicos para sua crença, com a promessa de que, depois do batismo (pela imersão), estes estarão livres de qualquer pecado e nem poderão mais pecar! (Conseqüentemente, não precisarão mais de nenhuma confissão). Apóiam essa afirmação nas palavras bíblicas de I Jo 3, 6 e 9 “Quem permanece n'Ele não peca; quem peca não O viu, nem O conheceu” e “Todo aquele que é gerado por Deus, não comete pecado, porque nele permanece o germe divino” (a graça santificante).
Em resposta, lembro o princípio bíblico de que entre as verdades bíblicas, reveladas por Deus, não pode haver contradições. Por isso, as palavras menos claras devem ser esclarecidas por palavras mais claras ou pela autoridade estabelecida por Deus (Magistério da Igreja). Ora, o próprio apóstolo escreve em (I Jo 1,8-10): “Se dizemos que não temos pecado algum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda a iniquidade. Se pensamos não ter pecado, nós O declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós”.
Por isso, a Tradição Apostólica interpreta as palavras de I Jo 3,9: “Todo aquele que é gerado por Deus não peca” no sentido de “não deve pecar gravemente”, já que possuindo a graça de Deus, tem suficiente força para vencer as tentações. Enquanto as claras palavras em I Jo 1,8-10 falam dos pecados leves – veniais; sendo somente Maria Imaculada livre de qualquer mancha do pecado original e pessoal, em previsão dos méritos antecipados de Jesus Cristo que a escolheu por sua Mãe. Portanto, todos os homens adultos necessitam de Misericórdia Divina; e os sinceros seguidores da Bíblia receberam-na, agradecidos, no sacramento da confissão.
Pe. Anderson Marçal