sábado, 28 de fevereiro de 2009

ESTUDO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2009 ACONTECE NESTE MOMENTO NO SALÃO PAROQUIAL DA NOSSA IGREJA

HOJE ACONTECE MISSA AS 19H30 NA IGREJA MATRÍZ DE UPANEMA

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO REALIZA A SUA PRIMEIRA ASSEMBLÉIA

Desde de ontem lideranças da Igreja Católica da nossa cidade se reúnem em assembleia para avaliar e planejar a ação missionária para este ano de 2009. A Participação esta otima com representantes de varias comunidades rurais.
O encontro encerrrará a manhã com o almoço de confraternização.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

MENSAGEM DO DIÁCONO FREIRE-SCJ

Agradeço ao Portal Igreja de Upanema pela divulgação de minha Ordenação Presbiteral. Tenho muito carinho pela cidade e pelas comunidades da Paróquia de Nsa. Sra. da Conceição de Upanema, e me sinto sempre muito bem acolhido por seu povo. O Pe. Josemar, companheiro de Congregação religiosa e amigo, tem feito um excelente trabalho de animação pastoral na Paróquia. Aproveito p/ convidar a todos da Paróquia,que puderem, p/ participar deste momento tão importante de minha vocação e de minha vida, que será minha Ordenação como Sacerdote, dia 17 de Abril, sexta feira, 18 hrs, na cidade de São Vicente Férrer -PE. Serei ordenado pelo Bispo de Nazaré da Mata, D. Frei Severino, Capuchinho. A minha primeira missa na Igeja Matriz de Nsa. Sra da Conceição, na cidade de Upanema será dia 26 de abril, domingo, às 19:30 hs. À todos e todas,minha gratidão por suas orações, meu abraço carinhoso, e minha amizade sincera. Que Deus os abençoe, e os cubra de bênçãos e Graças.
Diác. José Egito Freire, scj.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2009

Secretário geral da CNBB explica porque a Segurança é tema da CF

Em entrevista à Canção Nova, Dom Dimas Lara Barbosa, secretário geral da CNBB, explica o objetivo comum das Campanhas da Fraternidade, propostas a cada ano pela Igreja do Brasil: uma melhor vivência da Quaresma e da Páscoa. Dom Dimas destaca ainda que a escolha do tema deste ano "Fraternidade e Segurança Pública", surgiu diante da necessidade de uma reflexão aprofundada sobre como combater a violênica e promover uma cultura de paz.
noticias.cancaonova.com - Qual o objetivo da CNBB em propor este tema neste ano?
Dom Dimas - Toda Campanha da Fraternidade tem como objetivo levar o povo a uma melhor vivência da Quaresma, com preparação para uma vivência mais intensa da Páscoa, esse é o objetivo básico de todas as CF. A cada ano, os temas são escolhidos a partir de iniciativas das próprias bases da Igreja, daqueles que estão com a "mão na massa". São avaliados numa assembléia do Conselho Episcopal de Pastoral juntamente com os delegados regionais. Nos reunimos em Brasília, quando avaliamos a campanha anterior e já escolhemos o tema de dois anos depois. Havia mais de 20 propostas, mas as pastorais Carcerária, da Juventude e da Criança, se aliaram em torno do problema da segurança pública. Os próprios jovens que pleiteavam uma CF sobre a juventude perceberam que as principais vítimas da insegurança são os jovens. Se você visitar os presídios, verá que a imensa maioria da população carcerária é constituída de jovens. O mesmo se diga da criança e da mulher, pois as principais causas de violência contra elas acontecem em casa. Então, uma reflexão sobre a segurança pública, sobre a violência, sobre a indústria do medo e a responsabilidade de todos - não apenas do Estado -, sobre como combater a violência ou promover uma cultura de paz, é o que leva a CNBB a propor esta CF.
noticias.cancaonova.com - A comunidade cristã tem o papel de promover esta segurança social?
Dom Dimas - Se tomarmos como exemplo concreto a violência contra a criança e a mulher que acontece dentro da própria casa, vemos que o anúncio do Evangelho às famílias é uma tarefa nossa, e terá repercussões na diminuição da violência. Se eu construo famílias onde o Evangelho é vivido, além do perdão e diálogo, esse tipo de violência já vai diminuindo. Naturalmente, a evangelização da família não vai levá-la a cuidar apenas dos próprios interesses ali do seu "micro mundinho", mas vai fazê-la sair e ir ao encontro da família maior, a Igreja. Nesse sentido, a nossa tarefa se coloca em diversos níveis: na conversão pessoal – "eu sou uma pessoa chamada a não ser geradora de violência"-, divulgar a reconciliação e o perdão, exercício da cidadania, iluminada pelo Evangelho e pelos valores cristãos, no sentido de exigir e lutar por políticas públicas que sejam realmente voltadas para o bem comum, tendo uma visão abrangente de pessoa humana que tem uma dignidade a ser preservada desde a concepção até a morte natural. Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

SANTO DIA

São Policarpo
23 de Fevereiro

O santo deste dia é um dos grandes Padres Apostólicos, ou seja, pertencia ao número daqueles que conviveram com os primeiros apóstolos e serviram de elo entre a Igreja primitiva e a Igreja do mundo greco-romano. São Policarpo foi ordenado bispo de Esmirna pelo próprio São João, o Evangelista. De caráter reto, de elevado saber, amor à Igreja e fiel à ortodoxia da fé, era respeitado por todos no Oriente. Com a perseguição aos cristãos, o santo bispo de 86 anos, escondeu-se até ser preso e levado para o governador, que pretendia convencê-lo de ofender a Cristo. Policarpo, porém, proferiu estas palavras: "Há oitenta e seis anos sirvo a Cristo e nenhum mal tenho recebido dele. Como poderei rejeitar Àquele a quem prestei culto e reconheço o meu Salvador". Condenado à morte no estádio da cidade, ele próprio subiu na fogueira e testemunhou para o povo: "Sede bendito para sempre, ó Senhor; que o Vosso nome adorável seja glorificado por todos os séculos". São Policarpo viveu o seu nome – poli=muitos, carpo=fruto – muitos frutos”, que foram regados com suor, lágrimas e, no seu martírio nos anos 155, regado também com sangue.
São Policarpo, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Marcos 9,14-29)
Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2009 São Policarpo

— O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 14descendo Jesus do monte com Pedro, Tiago e João e chegando perto dos outros discípulos, viram que estavam rodeados por uma grande multidão. Alguns mestres da Lei estavam discutindo com eles.15Logo que a multidão viu Jesus, ficou surpresa e correu para saudá-lo. 16Jesus perguntou aos discípulos: “Que discutis com eles?” 17Alguém na multidão respondeu: “Mestre, eu trouxe a ti meu filho que tem um espírito mudo. 18Cada vez que o espírito o ataca, joga-o no chão e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente rijo. Eu pedi aos teus discípulos para expulsarem o espírito, mas eles não conseguiram”.19Jesus disse: "Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei aqui o menino”. 20E levaram-lhe o menino. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e começou a rolar e a espumar pela boca.21Jesus perguntou ao pai: “Desde quando ele está assim?” O pai respondeu: “Desde criança. 22E muitas vezes, o espírito já o lançou no fogo e na água para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos”.23Jesus disse: “Se podes!... Tudo é possível para quem tem fé”. 24O pai do menino disse em alta voz: “Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé”. 25Jesus viu que a multidão acorria para junto dele. Então ordenou ao espírito impuro: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno que saias do menino e nunca mais entres nele”. 26O espírito sacudiu o menino com violência, deu um grito e saiu. O menino ficou como morto, e por isso todos diziam: “Ele morreu!” 27Mas Jesus pegou a mão do menino, levantou-o e o menino ficou de pé.28Depois que Jesus entrou em casa, os discípulos lhe perguntaram a sós: “Por que nós não conseguimos expulsar o espírito?” 29Jesus respondeu: “Essa espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum modo, a não ser pela oração”.
- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

SANTO DO DIA

22/Fevereiro - Cátedra de São Pedro
Neste dia se comemora o Apóstolo São Pedro enquanto no exercício de suas funções docentes: a cátedra, ou cadeira, do Vigário de Jesus Cristo, Mestre da Igreja universal. São Pedro foi bispo de Antioquia durante alguns anos e depois instalou sua cátedra definitivamente em Roma.

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Marcos 2,1-12)
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009 7o Domingo do Tempo Comum
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— O Senhor esteja convosco!— Ele está no meio de nós.— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor!1Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. 6Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: 7“Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando; ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. 8Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando em seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? 9O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda?’10Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, — disse ao paralítico: — 11eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!”12O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim".

sábado, 21 de fevereiro de 2009

MISSA DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS - ÀS 19:30 NA IGREJA MATRIZ

QUARTA-FEIRA DE CINZAS - O QUE SIGNIFICAM AS CINZAS?

O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência. Por exemplo, no livro de Ester, Mardoqueu se veste de saco e se cobre de cinzas quando soube do decreto do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas ( 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3). No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo (algo que todos compreendiam) de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que recusavam-se a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas". O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo". Se podem apreciar em todos esses exemplos que o simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja. Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma; o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII. Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz : "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude do Céu.
Aceitando que nos imponham as cinzas, expressamos duas realidades fundamentais:
Somo criaturas mortais; tomar consciência de nossa fragilidade, de inevitável fim de nossa existência terrestre, nos ajuda a avalira melhor os rumos que compete dar à nossa vida: "você é pó, e ao pó voltará" (Gn 3, 19). Somos chamados;
Somos chamados a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino, mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.
Veja mais embasamentos bíblicos sobre as cinzas através das seguintes passagens: (Nm 19; Hb 9,13); como sinal de transitoriedade (Gn 18,27; Jó 30,19). Como sinal de luto (2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19). Como sinal de penitência (Dn 9,3; Mt 11,21). Faça uma pesquisa através de todas estas passagens bíblicas, prestando a atenção ao texto e seu contexto, relacionando com a vida pessoal, comunitária, social e com o rito litúrgico da Quarta-feira de cinzas.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A IGREJA CATÓLICA FELICITA OS SEMINARISTAS ADAILTON E DAMIÃO PELA PASSAGEM DO ANIVERSÁRIO

EUTANÁSIA, ORTOTANÁSIA E DISTANÁSIA. QUAL A DIFERENÇA

O caso de Eluana Englaro reacendeu, nos últimos dias, o tema da eutánasia na imprensa mundial. A italiana, de 38 anos, permaneceu em coma por 17 e morreu, no último dia 9, após a suspensão pela equipe médica de sua alimentação e hidratação artificiais.
Em entrevista ao noticias.cancaonova.com, o professor de Bioética da Faculdade Dehoniana de Taubaté, Padre Mário Marcelo explica o que significam os termos: eutanásia, ortotanásia e distanásia e declara que a dor, num momento de enfermidade, pode adquirir um sentido maior, quando se participa do sofrimento de Cristo.
noticias.cancaonova.com – Qual a diferença entre eutanásia, ortotanásia e distanásia. Qual dessas práticas a Igreja é a favor e porquê?
Pe. Mário Marcelo - São três temas relacionados ao fim da vida. O termo eutanásia, etimologicamente falando, significa morte sem dor ou morte suave. Ocorre quando há uma ação direta de uma pessoa para antecipar o momento da morte, sendo aplicado algum método ou se tirando outro a fim de antecipar a morte. O termo orto, de ortotanásia, significa “correto”, ou seja, é a morte certa, aquela que deve acontecer naturalmente. E distanásia significa o prolongamento do momento da morte. É quando se utiliza aparelhagens, prolongando a vida do paciente até o momento da morte. A melhor forma é a ortotanásia, a morte correta e natural.Quanto à distanásia, não há nenhum problema, objetivamente falando, de se prolongar o momento da morte. A pessoa pode até ser mantida nos aparelhos por um período e se você for desligar os aparelhos, desde que não seja uma ação direta para provocar a morte da pessoa, também não há nenhum problema ético ou moral nisto. É um prolongamento do momento da morte, ou seja, a morte é iminente, vai acontecer. E o que acontece? A pessoa é ligada aos aparelhos, sendo prolongado o momento da morte. Você não está prolongando a vida, mas o momento da morte. Então, ao se desligar o aparelho, a eutanásia não está sendo provocada, porque a morte iria acontecer do mesmo jeito, mas não aconteceu ao se manter a pessoa na aparelhagem.
O problema moral está na eutanásia porque é também chamada de homicídio assistido, ou seja, há uma ação direta do paciente ou de outra pessoa para antecipar o momento da morte. A passagem da distanásia para eutanásia, às vezes, é muito confusa, mas é uma questão da consciência do médico. A distanásia é quando a morte é iminente, porém você sustenta a pessoa por aparelhagem. Já no caso da eutanásia, a morte não era iminente e o paciente pode viver por muitos anos, e uma ação direta é aplicada que antecipa o momento da morte. Na distanásia, você permite a pessoa morrer quando se desliga a aparelhagem, ao passo que na eutanásia o momento da morte é antecipado.
noticias.cancaonova.com – Uma orientação para as famílias cristãs seria a de procurar médicos, nos quais se possam ter uma maior confiança em sua consciência?
Pe. Mário Marcelo - Muito depende da consciência do médico. Há um momento quando ele procura a família e avisa que a morte é iminente, vai acontecer, e que vão desligar a aparelhagem para não provocar mais sofrimento. Não há problema, tanto em manter o paciente ligado ao aparelho, como desligá-lo, porque você não está antecipando o momento da morte, mas permitindo que ela morra.
noticias.cancaonova.com – Muitas vezes, há o pedido do próprio paciente para que seja feita a eutanásia. Como orientar as pessoas que cuidam desses doentes? Como devem agir?
Pe. Mário Marcelo - É um grande desafio. Mas aquelas pessoas que assistem os enfermos não podem falar que é um pecado, mas ter atitudes de solidariedade e de apoio naquele momento de dor. Porque muitas pessoas pedem a morte por estarem se sentindo abandonadas. Ela já está com dor e sofrimento e ainda se sente abandonada e inútil, então, ela pede a morte. Assim, é preciso ficar ao lado, mostrar que a pessoa é importante, mesmo neste momento de dor, nesta condição de sofrimento, e dizer que ela faz parte da família e é amada. Assim, é necessário estar junto, mostrar solidariedade, força e comunhão com essas pessoas. É a melhor forma.
noticias.cancaonova.com – A Declaração sobre eutanásia da Sagrada Congregação para Doutrina da Fé, afirma que a dor, especialmente nos últimos momentos da vida, assume um significado particular no plano salvífico de Deus? Como isso acontece, como preparar o doente pra viver esse momento?
Pe. Mário Marcelo - Temos que ter clara uma coisa: não é uma apologia à dor e ao sofrimento. A dor e o sofrimento em si mesmos não têm sentido. Jesus quer que todos tenham vida e a tenham em abundância, ou seja, você não pode buscar a dor pela dor. O que dá sentido é a motivação e intenção colocadas nesses momentos. É um sentido de comunhão com a própria dor de Cristo. "Eu estou sofrendo essa dor, na verdade eu não queria, tenho que buscar tratamento e ajuda, mas como no momento não há condições, eu vou me solidarizar com o sofrimento do Cristo". Então, eu participo da dor e do sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Este é o verdadeiro sentido.

PALAVRA DO PAPA

Papa alerta para formação de seminaristas na América Latina
Rádio Vaticano
O Papa Bento XVI se reuniu, nesta sexta-feira, 20, com os representantes da Assembléia Plenária da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL). O objetivo do encontro foi abordar temas relacionados com a formação de aspirantes ao seminário.Em seu discurso, o Papa recordou as temáticas enfrentadas pela Assembléia Plenária da Pontifícia Comissão para a América Latina que examinou, nos dias passados, os desafios ligados à atual situação da formação sacerdotal nos seminários:"As recomendações pastorais desta Assembléia deverão ser um ponto de referência imprescindível para iluminar a missão dos bispos da América Latina e do Caribe no delicado campo da formação sacerdotal".Nos seminários, formadores e professores – declarou o Santo Padre – devem se distinguir "pela sua capacidade acadêmica e pela sua fidelidade à Igreja".
Discípulos e missionários de Jesus Cristo
O Pontífice, em seguida, sublinhou como os anos de seminário são tempo decisivo para o discernimento e a preparação:"Hoje mais do que nunca, é preciso que os seminaristas, com a justa predisposição da alma e sem qualquer outro interesse, aspirem ao sacerdócio movidos unicamente pela vontade de serem autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo, capazes, em comunhão com os seus bispos, tornar presente Cristo no seu ministério e no seu testemunho de vida".Nos tempos de seminário – disse o Papa – deve ser reforçado nos seminaristas o desejo de enraizarem-se profundamente em Cristo:“Por isso, é de suma importância cuidar da sua formação humana, espiritual, intelectual e pastoral, como também realizar uma adequada escolha dos seus formadores e professores, que deverão se distinguir pela sua capacidade acadêmica, pelo seu espírito sacerdotal e pela sua fidelidade à Igreja, de modo que saibam infundir nos jovens o que o povo de Deus necessita e espera de seus pastores”. Bento XVI recordou ainda a sua visita, em 2007, a Aparecida:"Conservo uma grata recordação da minha permanência em Aparecida, onde vivemos uma experiência de intensa comunhão eclesial, com o único desejo de acolher o Evangelho com humildade e difundi-lo generosamente".O pensamento do Papa, ao final, se dirigiu a Dom Cipriano Calderón Pólo, que foi vice-presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina e faleceu recentemente. "O Senhor o terá recompensado pela sua abnegação e o seu fiel serviço à Igreja", disse o Santo Padre.A Pontifícia Comissão para a América Latina foi instituída em 1958 pelo Papa Pio XII com a finalidade de reforçar o trabalho pastoral da Igreja na América Latina.
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EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Marcos 8,34–9,1)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 34chamou Jesus a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho vai salvá-la.36Com efeito, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? 37E o que poderia o homem dar em troca da própria vida? 38Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras diante dessa geração adúltera e pecadora, também o Filho do Homem se envergonhará dele quando vier na glória do seu Pai com seus santos anjos”. 9,1Disse-lhes Jesus: “Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão não morrerão sem antes terem visto o Reino de Deus chegar com poder”.
- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

SANTOS DO DIA

Beatos Francisco e Jacinta
20 de Fevereiro

No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. Em 1910, Jacinta Marto. Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. Eles pertenciam a uma grande família; e eram os mais novos de nove irmãos.A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na "Loca do Cabeço" e, depois, na "Cova da Iria". A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por 6 vezes a eles.O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência... Tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário.Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (irmã de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: "Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve". Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: "Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu". Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria.Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória.No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do 'Altar do Mundo' beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens cristãos não-mártires.
Beatos Francisco e Jacinta, rogai por nós.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

PARÓQUIA DE UPANEMA EXPANDE PASTORAL DO IDOSO


Nos dias 07 e 08 de março de 2009, a PASTORAL DA PESSOA IDOSA objetivando reciclar e expandir esse serviço, fará capacitação para os líderes e para aquelas pessoas que desejarem abraçar esse causa religiosa e social.

A formação acontecerá no Salão Paroquial.

Maiores informações procurá a Coordenadora da Pastoral, Rosa Barbosa.

I ASSEMBLEIA PASTORAL COMO PARÓQUIA


Estimados(as) filhos(as) de Deus e protagonistas da ação missionária da nossa querida e amada Igreja. Estamos no início de mais um ano de caminhada missionária pastoral e neste ano é de se destacar a recente graça alcançada, que foi a instalação da Paróquia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, que nos torna cada vez mais co-responsável pelo crescimento da nossa Igreja. E, é neste sentimento de alegria e compromisso mútuo que convidamos todos os membros/agentes de pastorais da nossa paróquia há realizarem em seus grupos/pastorais/movimentos uma reunião de avaliação e planejamento (mini-assembleia), escolhendo uma representação de quatro pessoas para participar da construção do nosso Plano Missionário Pastoral de 2009, que acontecerá na nossa primeira assembléia como paróquia, nos dias 27, 28/02 e 01/03/2009, no Salão Paroquial – Upanema/RN. A nossa assembléia será iluminada pelo tema da campanha da fraternidade 2009: “Fraternidade e Segurança Pública” e o lema: “CATEQUESE, vivência da PALAVRA DE DEUS na COMUNIDADE que se concretiza no serviço por meio da CARIDADE”.
Assim esperamos que seja realizado em seu grupo/pastoral/movimento a Mini-Assembleia (reunião de avaliação e planejamento), conforme instruções em anexo e a escolha de uma representatividade para estar na nossa assembleia.
Maiores informações procurar a Secretaria Paroquial ou contatar pelo telefone (0**84) 3325-0589, pela manhã.
No coração de Jesus,

Pe. Josemar Joaquim de Lima-SCJ

Vigário Administrar Paroquial

O TEMPO DA QUARESMA

O que quer dizer Quaresma?
A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.


Ainda é costume jejuar durante este tempo?
Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

O que é a Campanha da Fraternidade?
O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.
A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.


Como começou a Campanha da Fraternidade?
Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II, a maior e mais importante reunião da igreja católica. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.

Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.


Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como sexta-feira santa, que celebra a morte do Senhor, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.

Fonte: CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Arquidiocese de São Paulo - Vicariato da Comunicação

CARNAVAL - HISTÓRIA E ETIMOLOGIA


A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".

Carnaval de Loulé, Portugal - Fevereiro de 2006
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelos exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas sendo o Carnaval do Rio de Janeiro considerado o mais importante do mundo.

fonte: wikipédia

SANTO DO DIA

São Conrado
O santo de hoje viveu em Placência na Itália, lugar onde casou-se também. Um homem de muitos bens, dado aos divertimentos e à caça. Numa ocasião de caçada, acidentalmente provocou um incêndio, prejudicando a muitas pessoas. Ele então fugiu, e a polícia prendeu um inocente, que não sabendo se defender, estava prestes a ser condenado e executado.Quando Conrado soube disso, se apresentou como responsável pelo incêndio e se propôs a vender todos os bens para reconstruir tudo o que o incidente destruiu.A partir daí, ele e sua esposa começaram a fazer uma caminhada séria e profunda no cristianismo, buscando a vontade de Deus.No discernimento dessa vontade, o casal fez o 'voto josefino'. Ambos se consagraram a Deus para viverem o celibato. Ela foi para um convento e ele retirou-se para um alto monte vivendo por quarenta anos como um eremita. Na oração e na intimidade com Deus, se ofertou a muitos. A muitos que hoje causam prejuízos para si e para os outros.
São Conrado, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA Mc 8, 27-33

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesaréia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. 29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.30Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito. 31Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias. 32Ele dizia isso abertamente.Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. 33Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás!” Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
- Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dia se São Teotónio


Nascido em Ganfei, Portugal, no ano de 1082, São Teotónio recebeu uma ótima formação. Primeiramente, junto a um convento beneditino de Coimbra; depois, ao ser assumido por seu tio Crescêncio, bispo de Coimbra, ele foi correspondendo à graça de Deus em sua vida. Com a morte do tio, dirigiu-se para Viseu, onde terminou seus estudos básicos e recebeu o dom da ordenação sacerdotal.

Homem de oração e penitência, centrado no mistério da Eucaristia. Um homem peregrino, fez duas viagens à Terra Santa, que muito marcaram a sua história, até que os cônegos de Santo Agostinho pediram que ele ficasse ali como um dirigente, mas, em nome da obediência, ele não poderia fazê-lo, uma vez que já ocupava o cargo de prior da Sé de Viseu. No retorno, abriu mão deste serviço e se dedicou ainda mais à evangelização.

Ele já era conhecido e respeitado por muitas autoridades. Inclusive, o rei Afonso Henriques e a rainha, dona Mafalda, por motivos de guerra, acabaram retendo muitos cristãos e ele foi interceder em prol desses cristãos. Muitos foram liberados, mas o santo foi além. Como já tinha fundado, a pedido de amigos, a Nova Ordem dos Cônegos Regulares sob a luz da Santa Cruz, aos pés do Mosteiro, ele não só acolheu aqueles filhos de Deus, mas também pôde mantê-los como um verdadeiro pai. No mosteiro, ele era um pai, um prior não só por serviço e autoridade, mas um exemplo refletindo a misericórdia do mistério da cruz do Senhor, refletindo o seu amor apaixonado pelo mistério da Eucaristia.

Mariano e devoto dos Santos Anjos, ele despojou-se e se retirou em contemplação e intercessão. Foi assim que, em 18 de fevereiro, esse grande santo português, em 1162, partiu para a glória.

Peçamos a intercessão de São Teotónio para que possamos glorificar a Deus pela obediência, sempre nos voltando para os mais pequeninos.

São Teotónio, rogai por nós.

Evangelho (Marcos 8,22-26)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 22Jesus e seus discípulos chegaram a Betsaida. Algumas pessoas trouxeram-lhe um cego e pediram a Jesus que tocasse nele.
23Jesus pegou o cego pela mão, levou-o para fora do povoado, cuspiu nos olhos dele, pôs as mãos sobre ele, e perguntou: “Estás vendo alguma coisa?”
24O homem levantou os olhos e disse: “Estou vendo os homens. Eles parecem árvores que andam”. 25Então Jesus voltou a por as mãos sobre os olhos dele e ele passou a enxergar claramente. Ficou curado, e enxergava todas as coisas com nitidez. 26Jesus mandou o homem ir para casa, e lhe disse: “Não entres no povoado!”


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

SANTO DO DIA

Interessante percebermos o contexto do surgimento desta ordem. No século XII e XIII, predominava uma burguesia anticristã na vivência, porque dizer é cristão, que é católico, não é difícil, mas vivenciar e testemunhar o amor a Cristo, à Igreja e aos pobres, só com muito esforço e muita graça do Senhor.Providencialmente, Deus, em sua misericórdia, foi suscitando vários santos como verdadeiros caminhos da fé e da felicidade, como os sete santos de hoje que fundaram a Ordem dos Servos de Maria. Eles pertenciam ao grupo de burgueses, até que foram se aproximando de um grupo de oração que se reunia com uma imagem de Nossa Senhora e ali oravam. Aqueles jovens foram se aproximando e a graça de Deus foi conquistando o coração deles.Foram sete a dar um passo de radicalidade. Abandonaram o luxo, os cavalos, as festas, e foram viver uma vida monástica como sinal de santidade naquela sociedade em decadência. Com exceção de Alessio, que ficou como irmão religioso, os demais tornaram-se sacerdotes. Mas todos eles, como um só sinal de que ser servo de Cristo e da Virgem Maria, é preciso ter muito amor. Oração, penitência e renúncia são percebidos na vida dos santos. Essas coisas são comuns, porque brotam da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e estão presentes no Evangelho que a Igreja de Cristo prega.
Sete Santos fundadores da Ordem dos Servitas, rogai por nós.

QUARTA 18 DIA DA ALIANÇA DE MÃE RAINHA. PARTICIPE CONOSCO!!! CELEBRAÇÃO AS 12H00

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Sagrado Coração de Jesus.


“Eis aqui o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-se e consumir-se, para testemunhar-lhes seu amor; e, por reconhecimento, não recebe da maior parte deles senão ingratidões, por suas irreverências, sacrilégios e pelas indiferenças e desprezos que têm por Mim no Sacramento do amor. Mas o que Me é ainda mais penoso é que corações que Me são consagrados agem assim. Amém...

Santo do dia: São Martiniano

Nasceu no século IV, em Cesaréia, na Palestina. Muito jovem, discerniu sua vocação à vida eremita, retirou-se a um lugar distante para se entregar à vida de sacrifício e de oração pela salvação das pessoas e também pela própria conversão. Ele vivia um grande combate contra o homem velho, aquele que tem fome de pecado, que é desequilibrado pela consequência do pecado original que atingiu a humanidade que todos nós herdamos. Mas foi pela misericórdia, pela força do Espírito Santo que ele se tornou santo.

Sua fama foi se espalhando e muitos procuravam Martiniano. Embora jovem, ele era cheio do Espírito Santo para o aconselhamento, a direção espiritual, até apresentando situações de enfermidades, na qual ele clamava ao Senhor Jesus pela cura e muitos milagres aconteciam. Através dele, Jesus curava os enfermos.

Homem humilde, buscava a vontade de Deus dentro deste drama de querer ser santo e ter a carnalidade sempre presente. Aconteceu que Zoé, uma mulher muito rica, mas dada aos prazeres carnais e também às aventuras com um grupo de amigos, fez uma aposta de que levaria o santo para o pecado. Vestiu-se com vestes simples, pobres, pediu para que ele a abrigasse por um dia. Eles dormiram em lugares distantes, mas ela, depois, vestiu-se com uma roupa bem sedutora e foi ser instrumento de sedução para martiniano. Conta-nos a história que ele caiu na tentação.

Os santos não foram homens e mulheres de aço, pelo contrário, ao tomar consciência daquele pecado, ele se prostrou, arrependeu-se, penitenciou-se, mergulhou o seu coração e a sua natureza na misericórdia de Deus. Claro que o Senhor o perdoou.

Só há um pecado que Deus nos perdoa, aquele do qual não somos capazes de nos arrepender.

São Martiniano arrependeu-se e retomou o seu propósito. Ele foi um instrumento de evangelização para aquela mulher que, de tal forma, também acolheu a graça do arrependimento, entrou para a vida religiosa e consagrou-se, fazendo parte do mosteiro das religiosas de Santa Paula e ali se santificou.

O santo, depois, foi para uma ilha; em seguida para Atenas, na Grécia, e, no ano 400, partiu para a glória tendo recebido os sacramentos.

Santo não é aquele que nunca pecou. Com exceção de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Virgem Maria, todos os demais santos, de ontem e também de hoje, não são chamados a pecar. Mas a oração, a vigilância e o mergulho da miséria na misericórdia divina é o que nos santifica.

São Martiniano, rogai por nós.

Sexta-Feira, 13 de Fevereiro de 2009 5a. Semana Comum

Evangelho (Marcos 7,31-37)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 31Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galiléia, atravessando a região da Decápole. 32Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. 34Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!” 35Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade.
36Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

HOJE AS 19H30 MISSA NO SETOR MISSIONÁRIO NORTE

VENEREMOS E AMEMOS NOSSA SENHORA



Ao pensar em uma mãe para o Filho primogênito, Deus a estava criando para ser também a mãe de todos os Seus filhos. E para ser o primogênito um filho precisa de irmãos, de uma mãe em comum, portanto, a descendência da mulher, a que Deus se refere na passagem de Marcos 3, 20-35, quando fala à serpente, não é apenas a de Jesus, mas a nossa também. Somos a bendita descendência da Santíssima Virgem Maria.Do alto da cruz, olhando para Maria e ao lado dela João, Cristo lhe disse: “Mulher, eis aí o teu filho”. Dessa forma, o Senhor, no momento em que realizava o sacrifício supremo, recordou a si mesmo, ao Pai, a Maria e a todas as mulheres de todos os tempos que ali estava a mulher. Do alto da cruz Ele a confirmou como a mãe de todas as criaturas. Portanto, a mãe do Rei é rainha; a mãe do Senhor é Senhora e só pode ser venerada, honrada, respeitada, amada. E não pode ser súdito do Rei quem não respeita a Rainha; não pode servir ao Senhor quem não respeita sua mãe, quem não a tem como Senhora. Nós temos de fazer com que nossos irmãos a reconheçam e a respeitem.Um dia, assim como a Santíssima Virgem trouxe o Senhor a primeira vez, Ela o trará na segunda vinda d'Ele, para que Ele implante o Reino de Deus entre nós. Nossa Senhora quer visitar você como visitou Isabel, para mudar tudo. Como se fará isso? Trazendo Jesus! Trazendo Jesus, Aquele que é cheio do Espírito Santo, para que você também se torne uma pessoa cheia do mesmo Espírito.

Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

DIÁCONO FREIRE SERÁ ORDENADO SACERDOTE NO DIA 17 DE ABRIL NA SUA CIDADE NATAL EM PERNAMBUCO SÃO VICENTE FÉRRER


PAPA ABENÇÕA OS DOENTES E PEDE RESPEITO À VIDA

O Dia mundial do Enfermo, foi celebrado, ontem, 11, no Vaticano, com a recitação do Santo Terço, conduzido pelo Arcipreste da Basílica de São Pedro, Cardeal Angelo Comastri, e com a Missa presidida pelo Cardeal Javier Lozano Barragán, presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde.Após as cerimônias, Bento XVI desceu à Basílica de São Pedro para cumprimentar e abençoar os presentes. Após declarar como é "sempre emocionante reviver nesta circunstância" o típico clima de oração e de espiritualidade mariana, característico do Santuário de Lourdes, o Papa disse que "este dia nos convida a fazer com que os doentes sintam, com mais intensidade, a proximidade espiritual da Igreja"."Este dia nos oferece também a oportunidade de refletir sobre a experiência da doença, da dor e, mais em geral, sobre o sentido da vida, a se realizar plenamente mesmo quando se sofre”, acrescentou.Evocando o tema deste ano do Dia do Enfermo, Bento XVI lembrou as crianças, "as mais indefesas e frágeis das criaturas". "É verdade! Se já ficamos sem palavras perante um adulto que sofre, que dizer quando o mal atinge um pequenino inocente? Como perceber mesmo nessas situações tão difíceis o amor misericordioso de Deus, que nunca abandona os seus filhos na provação?", questionou.O Papa reconheceu que, no plano humano, estas interrogações "inquietantes" não encontram respostas apropriadas, pois "o sofrimento, a doença e a morte permanecem, no seu significado, insondáveis para a nossa mente". É aqui que "vem em nossa ajuda a luz da fé".“A Palavra de Deus revela-nos que também estes males são misteriosamente abraçados pelo desígnio divino da salvação. A fé nos ajuda a considerar a vida bela e digna de ser vivida em plenitude, mesmo quando é atingida pelo mal", indicou.Segundo Bento XVI, "para nós, cristãos, é em Cristo que se encontra a resposta ao enigma do sofrimento e da morte". O Santo Padre pediu também uma maior respeito pela vida, até o seu fim natural, assinalando que "a vida do homem não é um bem disponível, mas um precioso tesouro a defender e a cuidar com toda a atenção possível, do momento do seu início até ao seu fim último e natural"."A vida é um mistério que por si mesmo requer responsabilidade, amor, paciência, caridade, da parte de todos e de cada um. Mais ainda, é preciso rodear de desvelo e respeito quem se encontra doente e no sofrimento", indicou.O Papa concluiu com uma referência à escolha, por João Paulo II, desta data de 11 de Fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes, para a celebração do Dia Mundial do Enfermo. Em Lourdes, disse, Maria "veio nos recordar que nesta terra estamos só de passagem e que a verdadeira e definitiva morada do homem é o Céu".Na parte da manhã desta quarta, durante a audiência geral, o Papa recordou esta celebração, saudando "de modo particular todos os doentes e os que sofrem, além dos que cuidam deles".

EVANGELHO DO DIA Mc 7, 24-30

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 24Jesus saiu e foi para a região de Tiro e Sidônia. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguiu ficar escondido.25Uma mulher, que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar de Jesus. Foi até ele e caiu a seus pés. 26A mulher era pagã, nascida na Fenícia da Síria. Ela suplicou a Jesus que expulsasse de sua filha o demônio. 27Jesus disse: “Deixa primeiro que os filhos fiquem saciados, porque não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”.28A mulher respondeu: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”.29Então Jesus disse: “Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha”. 30Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama, pois o demônio já havia saído dela.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA

Virgem e mártir, viveu no século III em Barcelona. Educada e muito bem formada pela sua família cristã, desde pequena ela buscou o relacionamento com Deus e a fuga do pecado. Era uma pessoa muito sociável, gostava de brincar com as amigas da mesma idade, mas sempre fugia da vaidade. Santa Eulália amava Jesus Cristo acima de tudo e O amou em todos os momentos, inclusive na dor. Aconteceu que, por parte do terrível Deocleciano, a perseguição aos cristãos chegou na Espanha;. Os pais da santa decidiram viajar para fugir dessa perseguição, mas Eulália foi até o governador afim de denunciar, com a sua pouca idade, a injustiça que estava sendo cometida com os cristãos. O governador, diante daquela ousadia, quis que ela apostatasse da fé, ou seja, que adorasse outros deuses para que ficasse livre do sofrimento. No entanto, ela deixou claro que o seu Senhor, o Rei dos reis, o Senhor de todos os dominadores, é Jesus Cristo.O ódio daquele governador e a maldade contra uma menina, fez com que ela fosse queimada com ferro e fogo, mas, durante tanto sofrimento, o seu testemunho era este: “Agora, vejo em mim as marcas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”.Para nós, hoje, ela é um exemplo de ousadia. Com pouca idade, com muito amor e uma fé adulta, não renunciou a Jesus em meio ao sofrimento. Ela morreu queimada, mas antes, cheia do fogo de Deus. Por isso, se encontra na glória a interceder por todos nós para que a nossa vida cristã busque, constantemente, a santidade na alegria e na paz, mas também no sofrimento e na perseguição. É momento de reconhecer que a nossa força é o Espírito Santo.
Santa Eulália, rogai por nós.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

SEJA VOC~E TAMBÉM NOSSO DÍZIMISTA


PROFISSÃO PERPÉTUA DO FRATER JOSÉ DANIEL, SCJ


No dia 02 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor, na Matriz de Nossa Senhora do Rosário no bairro da Várzea na cidade do Recife-PE, o Fr. José Daniel Lima Alves fez sua profissão perpétua dos votos de castidade, pobreza e obediência segundo as Constituições da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus. A Celebração Eucarística foi presidida pelo Superior Provincial Pe. Dagnaldo Alexandre de Oliveira e concelebrada pelos confrades da BS que já se encontravam em Recife para a Assembléia Anual da Província que se iniciaria no dia seguinte. Estiveram presentes, além dos confrades e formandos BS, os familiares do Fr. José Daniel (pais, irmãos e sobrinha), muitos paroquianos da Paróquia da Várzea, amigos e benfeitores do Seminário SCJ de João Pessoa, religiosos e religiosas, seminaristas diocesanos, bem como amigos de nossa Província.O lema da profissão perpétua do Fr. Daniel foi uma frase do nosso Fundador que resume bem a nossa vida e missão dehoniana: “Um coração para amar, um corpo para sofrer e uma vontade a ser sacrificada”. O Fr. Daniel continuará residindo no Seminário SCJ de João Pessoa a fim de concluir seus estudos teológicos neste ano de 2009.

DOM HELDER

No dia 7 de fevereiro comemorou-se o centenário de nascimento de Dom Helder Câmara. A grata efeméride foi lembrada pela Igreja em todo o Brasil, com muito respeito e admiração por esse prelado que marcou a vida de milhares de pessoas, leigos e religiosos, e foi um marco na História da Igreja no Brasil. Cognominado o Profeta da Paz, desde que foi indicado para o Prêmio Nobel, na década de 70, sua presença foi um sinal da ação de Deus em nosso meio.
A vida desse ilustre pastor, que abnegou das honrarias que lhe eram devidas pela sua dignidade episcopal, sem se descuidar do principal, que é o múnus conferido pelo Sacramento, sua vida é um constante hino de louvor. Sim, um hino em que, em meio às provações, às dificuldades, as incertezas, está sempre a louvar o Senhor: “Bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1,21).
Sou de uma geração em que, diferente dos jovens de hoje, tivemos muitas referências. Era uma época em que sentíamos inflamados pelos nossos ideais. A Igreja no Brasil vivia uma renovação de aspirações. O momento que o mundo passava, de claras e às vezes até alarmantes mudanças, exigia uma postura mais atenta e enérgica, principalmente da Igreja. E Dom Helder foi uma das figuras que, embora de pequena estatura, se sobrelevava com sua palavra carismática, seus gestos largos, seu destemor sustentado pela confiança em Deus, fazendo-se um lídimo pescador lançando redes em águas mais profundas, certo da determinação evangélica “duc in altum” (Lc 5,4) – “Faze-te ao largo”.
Durante toda sua vida, deu o exemplo de uma fidelidade a Cristo que se assemelha à dos grandes santos, inclusive os mártires, destemidos pelo Evangelho. Só quem se entrega inteiramente ao Mestre, assim como o fizeram os Apóstolos, consegue naturalmente experimentar essa união e fazê-la frutificar. Explica-nos, a propósito, o saudoso João Paulo II que “quem abre o seu coração a Cristo não só compreende o mistério da sua própria existência, mas também o da sua própria vocação e amadurece excelentes frutos de graça” (Dia Mundial de Oração pelas Vocações 2005).
Nesta ocasião, temos lido pela imprensa diversas declarações e testemunhos sobre a figura ímpar de Dom Helder, durante as celebrações de seu centenário. Mas não bastam apenas essas homenagens. É preciso, acima de tudo, fazer com que o seu pensamento seja reavivado nos projetos, nas campanhas, nas escolas, de forma a incutir na sociedade, desde a adolescência, uma consciência cristã de fraternidade, de vida em comum, de solidariedade, de amor ao próximo. Desta forma, estaremos concretizando a profecia de Dom Helder: “Um sonho sonhado sozinho é apenas um sonho. Um sonho sonhado juntos é o princípio de uma nova realidade”.

TEMA DA CF 2009 : FRATERNIDADE E SEGURANÇA PÚBLICA

Fraternidade e Segurança Pública. Esse será o tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 2009. A decisão foi tomada na segunda-feira (18/06), após uma reunião da entidade que considerou a segurança uma necessidade atual da sociedade.
Ainda na segunda-feira, o ministro da Justiça, Tarso Genro, se encontrou com o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, a quem entregou uma carta explicando as ações que o governo pretende adotar por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). No documento, o ministro destaca o engajamento histórico da CNBB com movimentos que marcaram a história do Brasil. "Solicitamos que a CNBB examine a possibilidade de se associar a uma visão de luta contra a violência e pela segurança cidadã", disse Genro.
Na ocasião, o ministro ressaltou que a entidade da Igreja Católica foi procurada por sua importância nas orientações relativas aos grandes temas nacionais. Já Dom Geraldo explicou que a principal preocupação da igreja não é unicamente com a violência, mas com o "outro lado da medalha", ou seja, a segurança. O prelado ressaltou que a CNBB já tratou a questão da violência na Campanha da Fraternidade de 1983, que teve o tema "Fraternidade e Violência" e o lema: "Fraternidade, sim. Violência, não".
O Secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre José Carlos Dias Toffoli, ressalta a importância do tema e explica que "os bispos procuram, para serem tratados nas Campanhas, temas que preocupam a sociedade". Padre Toffoli explicou que os temas são escolhidos de acordo com as necessidades atuais da população. Em 2006, o tema foi a importância e o cuidado com a água e, este ano, o destaque foi para a preservação da Amazônia.
Campanha
A Campanha da Fraternidade (CF), realizada todos os anos pela CNBB, teve início em 1964 com temas que diziam respeito apenas à Igreja. A partir de 1973, a CF começou a mostrar uma maior preocupação com a realidade social do povo brasileiro e os temas começaram a dar destaque a promoção da Justiça e a situações existenciais do povo brasileiro como a realidade sócio-econômico-política, marcada pela injustiça, pela exclusão e por altos índices de miséria.
De acordo com o Padre Toffoli, uma das motivações para que o tema da CF de 2009 seja a Segurança Pública foram os constantes pedidos feitos pela Pastoral Carcerária, organismo pertencente à CNBB que cuida da evangelização em unidades prisionais de todo o país. Além da Pastoral Carcerária, as dioceses e as regionais da Conferência por todo o país também solicitaram a adoção desse tema.
A CNBB está atenta aos temas que afligem a sociedade brasileira e já adotou, em campanhas anteriores, temas como "A Fraternidade e o Menor", em 1987 e "A Fraternidade e os Encarcerados", em 1997.

QUARTA 18 DIA DA RENOVAÇÃO DA ALIANÇA

Na próxima quarta as 12h00 a Igreja Católica realiza mais uma celebração Eucarística oferecida em favor de todos enfermos da nossa cidade de Upanema. Na ocasião os devotos de Mãe Rainha renova suas promessas.

IGREJA CATÓLICA RECEBE MAIS UM SEMINÁRISTA PARA AJUDAR NA OBRA DE EVANGELIZAÇÃO NESTE FINAL DE SEMANA

ENCONTRO DE CASAIS COM CRISTO SERÁ REALIZADO AINDA NESTE ANO NA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE UPANEMA

CONIDADES RURAIS REALIZAM AS MINIS ASSEMBLÉIAS

Pe. Josemar juntamente com a equipe de coordenação da Iª Assembleia Paroquial visita neste final de semana as comunidades que faltam realizar as minis assembleia. Momento especial do Padre escutar do povo as necessidades que faltam afim de construir uma Igreja mais participativa e orante.

EVANGELHO DO DIA Mc 7, 24-30

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 24Jesus saiu e foi para a região de Tiro e Sidônia. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguiu ficar escondido.25Uma mulher, que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar de Jesus. Foi até ele e caiu a seus pés. 26A mulher era pagã, nascida na Fenícia da Síria. Ela suplicou a Jesus que expulsasse de sua filha o demônio. 27Jesus disse: “Deixa primeiro que os filhos fiquem saciados, porque não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”.28A mulher respondeu: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”.29Então Jesus disse: “Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha”. 30Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama, pois o demônio já havia saído dela. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA



Nossa Senhora de Lourdes
11 de Fevereiro

Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje. “Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado. Mas em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes! E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local. Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Bento XVI para nos alertar sobre este chamado.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

IGREJA CATÓLICA REALIZA O TRIDUO MISSIONÁRIO NA ZONA URBANA

Hoje deu-se início ao tríduo missionário nas ruas da cidade de Upanema
Quarta- Setor Sul
Quinta - Setor Norte
Sexta Setor Oeste
Participe conosco e rezemos por uma cidade mais cristã.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

HOJE TARDE DE ADORAÇÃO


15H00 - LEGIÃO E RCC

16H00 - APOSTOLADO E MÃE RAINHA

17H00 - PASTORAL FAMÍLIAR

18H00 - CATEQUESE, COROINHAS E PERSEVERANÇA

19H00 - TODA A COMUNIDADE CAT´LICA

19H30 - MISSA DO CORAÇÃO DE JESUS

HOJE MISSA DO CORAÇÃO DE JESUS ÁS 19H30. VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO


A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DA MISSA NA PARÓQUIA




A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.Domingo é o dia do Senhor. São João Maria Vianey dizia: "Um Domingo sem Missa é uma semana sem Deus". A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde eu coloco em prática a minha fé. Lá é onde eu recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e em todos os tesouros sacramentais para minha salvação. A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.Tomemos por modelo os cristãos das primeiras comunidades: "Os que receberam a sua palavra foram batizados. Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações" (cf. Atos 2, 41-42).Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o Domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas e eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida.Lembro-me, com muito carinho, da minha "paróquia mãe", a Catedral de Sant'Ana. Logo depois que eu encontrei Jesus e d'Ele recebi a Vida Nova, engajei-me na minha paróquia por meio do grupo de jovens, da Legião de Maria e da Missa Dominical, que não perdia por nada deste mundo; era por amor, era de coração. A partir daí, vieram a Direção Espiritual com o vigário Monsenhor Jessé Torres, a vida de oração e a vocação ao sacerdócio. Veja quantas riquezas a paróquia pôde me oferecer! Mas não posso me esquecer das desculpas imaturas de que não precisava ir à casa de Deus para encontrar o Senhor, que podia rezar em casa, pois Deus está em todo lugar e lá não se vê tanto testemunho, etc. Essas idéias acabaram quando fui crescendo no verdadeiro sentido de ser Igreja: "Eu sou e também faço a Igreja; sou discípulo de Jesus Cristo e estou neste caminho por Ele em primeiro lugar.D.40.1 Celebração dominical, centro da vida da Igreja:§2177 A celebração dominical do Dia do Senhor e da Eucaristia está no coração da vida da Igreja. "O domingo, dia em que por tradição apostólica se celebra o Mistério Pascal, deve ser guardado em toda a Igreja como a festa de preceito por excelência.""Devem ser guardados igualmente o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania, da Ascensão e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de Santa Maria, Mãe de Deus; de sua Imaculada Conceição e Assunção, de São José, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e, por fim, de Todos os Santos".Domingo primeiro dia da semana§1166 "Devido à tradição apostólica que tem origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, chamado, com razão, o Dia do Senhor ou domingo". O dia da ressurreição de Cristo é, ao mesmo tempo, "o primeiro dia da semana", memorial do primeiro dia da criação, e o "oitavo dia" em que Cristo, depois de seu "repouso" do grande sábado, inaugura o dia "que O Senhor fez", o "dia que não conhece ocaso". A Ceia do Senhor é seu centro, pois é aqui que toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Ressuscitado, que Os convida a seu banquete: O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia, pois foi, nesse dia, que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado, pois, hoje, levantou-se a luz do mundo; hoje, apareceu o sol de justiça, cujos raios trazem a salvação.§1167 O domingo é o dia, por excelência, da assembléia litúrgica em que os fiéis se reúnem para, ouvindo a Palavra de Deus e participando da Eucaristia, lembrarem-se da Paixão, Ressurreição e Glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os 'regenerou para a viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos.Domingo dia principal da celebração eucarística:§1193 O domingo é o dia principal da celebração da Eucaristia por ser o dia da ressurreição. É o dia da assembléia litúrgica por excelência, da família cristã, da alegria e do descanso do trabalho. O domingo é o fundamento e o núcleo do ano litúrgico.D.40.9 Obrigação de participar da liturgia dominical:§1389 A Igreja obriga os fiéis "a participar da divina liturgia aos domingos e nos dias festivos" e a receber a Eucaristia pelo menos uma vez ao ano, se possível no tempo pascal, preparados pelo sacramento da reconciliação. Mas comenda, vivamente, aos fiéis que recebam a santa Eucaristia nos domingos e dias festivos ou ainda com maior freqüência, e até todos os dias.§2042 O primeiro mandamento da Igreja ("Participar da Missa inteira aos domingos, de outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho") ordena aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreiçãodo Senhor e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos. Em primeiro lugar, participando da celebração eucarística, em que se reúne a comunidade cristã, e abstendo-se de trabalhos e negócios que possam impedir tal santificação desses dias.Antes de qualquer obrigação, o meu relacionamento com Deus deve ser por amor e o meu compromisso concreto exige tempo e espaço para se atualizar, por isso, a minha paróquia é lugar de encontro com Ele e com os meus irmãos na fé, onde eu alimento a minha experiência e vida com o meu Senhor. Não existe uma experiência autêntica de Jesus Cristo fora da comunidade, nela sou formado na Palavra, no Altar, no testemunho e na doação de minha vida.Sabendo de todas essas maravilhas e chamados a renovar o nosso compromisso com Jesus Cristo e com a Igreja Paroquial.

Como tem sido a sua participação na sua paróquia?

Qual tem sido a sua experiência paroquial?

Você vai à Missa todos os Domingos?

Nunca é tarde para recomeçar.

Participe da missa conosco todos os domingos as 19h30 na sua Igreja Matríz de Upanema.

EVANGELHO DO DIA Mc 6, 14-29

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. 15Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”.16Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. 21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galiléia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.

- Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA

São Paulo Miki nasceu em Kyoto, no Japão, no século XVI dentro de uma família cristã, nobre, que foi canal para que ele recebesse, ainda pequeno, a graça do batismo. A partir de então, buscou também viver a riqueza do “ser batizado”. Discerniu a sua vocação, entrou para a Companhia de Jesus, tornou-se um Jesuíta e correspondeu ao chamado do sacerdócio.Profundo conhecedor tanto da cultura quanto da língua, foi um homem compadecido do seu povo. Como nos tempos de hoje, o Japão não tinha o Cristianismo como religião predominante, então, São Paulo Miki buscava responder à necessidade da evangelização pela oração e pela penitência. Com estratégias inspiradas pelo Espírito Santo, foi um homem dócil, de comunidade.Ousado e corajoso, quando ergueu-se à perseguição do Cristianismo no Japão também acabou sendo preso, assim como seus companheiros; mas não arrefeceu na sua fé. Ele, que era um grande pastor e pregador, também no momento do confronto, indicou Nosso Senhor Jesus Cristo e a sua religião como o único Salvador e a verdadeira religião; verdade que perdura para todos os tempos.São Paulo Miki, assim como os companheiros de missão e outros cristãos fervorosos, deram testemunho com a vida e também com a mote.Em Nagasaki, foram todos crucificados em 1595. Sementes para novos cristãos, desde a passagem de São Francisco Xavier já se contavam 300 mil cristãos no Japão. Depois, muito mais com testemunho desses 26 companheiros de Jesus.Peçamos a intercessão deste santo para que o nosso relacionamento profundo com Deus se traduza em evangelização para a humanidade.
São Paulo Miki e companheiros, rogai por nós!

OS SEIS PERIGOS


Rotina, mediocridade, omissões, apego, preocupação e idolatria

1. A rotina. Nada pior para um casal, um sacerdote, uma liderança, uma autoridade do que a rotina. E por quê? Porque envelhece e mata a vida, impede a esperança e a criatividade. A pessoa rotineira abraça a mesmice, o conformismo, a facilidade e a indiferença. Tudo se torna sem sentido e sem valor, sem interioridade. É o pecado capital da preguiça. A rotina torna a vida sem graça, monótona, sem expectativa de melhora e de transformação. A rotina é a morte do cotidiano, o desprezo dos valores e das maravilhas. É um caminho destrutivo.

2. A mediocridade. Precisamos sempre buscar “ser mais”, desejar ser melhores do que somos, corrigir nossos defeitos e transformar a realidade. A mediocridade frustra tudo isso. Prefere-se o efêmero, a meia-ciência, a vida “soft” e “light”. A pessoa medíocre não quer saber de estudo, da participação, de transformação. Vive na alienação, contenta-se com o menos, não quer compromisso. Faz um “pacto com mediocridade”, isto é, com uma vida sem sacrifício, sem lutas, sem responsabilidade com muita indiferença e desinteresse. A pessoa medíocre é inimiga da disciplina e do sacrifício, gosta de se gabar de seus pecados e de criticar e diminuir os outros. Desposa a superficialidade.
Podemos curar a mediocridade com a força de vontade, buscando convicções e conversão.

3. As omissões. Pecamos mais por omissão que por ação. Omissão é deixar de fazer o que devemos e podemos, como também, fazer mal o que podemos fazer de um modo bem melhor. A omissão é escape, fuga, desinteresse, irresponsabilidade. O mundo seria outro se não fôssemos omissos e acomodados.
Podemos vencer as omissões adquirindo o senso de justiça, a sensibilidade pelos outros, a compaixão pelo irmão e principalmente a autenticidade. Existimos para ajudar o outro a “ser mais e melhor”.

4. O apego. A raiz do sofrimento moral é o apego. Nossas brigas, ciúmes, discórdias, divisões são frutos do apego. Quem é apegado vive numa prisão. É escravo da dependência. Não tem liberdade interior. Não é capaz de discernimento. O apego nos impele à posse dos outros, das coisas e de nós mesmos. Isso gera muito sofrimento porque precisamos defender nossos apegos. Quando perdemos o objeto do apego ficamos raivosos, tristes, decepcionados, porque somos escravos, dependentes, condicionados por ele [apego].
O único caminho de nos libertarmos desse vício é abandonar o objeto de apego, cuja recompensa é a liberdade interior, que significa sermos livres do mal para nos tornamos livres para a prática do bem. Vencemos o apego pela consciência do seu negativismo.

5. A preocupação. Ocupação sim; preocupação não. A preocupação antecipa problemas, aumenta as dificuldades, desgasta as pessoas e não resolve nenhum problema. O que resolve é a ocupação. Além de prejudicar a saúde, a preocupação dificulta a convivência, alimenta o negativismo, o estresse e a agressividade. Resolvemos o problema da preocupação com a fé na Providência Divina, com a previsão das soluções, com o bom senso e o discernimento. Mais solução; menos preocupação.

6. A idolatria. É tudo o que colocamos no lugar de Deus e endeusamos. Os grandes ídolos hoje são o poder, o prazer e o ter desordenados. No lugar de Deus, fabricamos deuses falsos, enganadores, opressores que são absolutizados como: sexo, drogas, bebidas, dinheiro, aparência, prestígio. Nossos ídolos são adorados, exaltados, divinizados e por isso mesmo nos escravizam. Há ídolos pequenos e grandes. Todo ídolo é falso, enganador, escravizador. Quem adora o Deus vivo e verdadeiro, obedece ao mandamento do amor a Deus, busca crescer na fé, livra-se dos ídolos. Adorar em espírito e verdade é o ensinamento de Jesus.
Dom Orlando BrandesFonte CNBB

DOM HELDER CÂMARA

A história de Dom Helder Câmara
Liliane BorgesCanção Nova Notícias
Grande ícone da luta em favor dos pobres no Brasil, Dom Helder Câmara, nasceu em Fortaleza, no Ceará, mas foi no Rio de Janeiro e em Pernambuco que exerceu o seu ministério. Ele faleceu em 27 de agosto de 1999, mas seu testemunho continua vivo em toda a Igreja. Assista à reportagem
Dom Helder Pessoa Câmara, homem de passos firmes, palavras eloqüentes e gestos marcantes. Sua opção e luta pelos pobres caracterizaram o seu apostolado. Foi bispo auxiliar do Rio de Janeiro por 12 anos e na Arquidiocese de Recife – Olinda dedicou grande parte de seu ministério. Com seu jeito manso conquistava o coração dos fiés, mas também de figuras importantes como o Papa Paulo VI e, por João Paulo II era chamado de "irmão dos pobres. Meu irmão".No dia 14 de outubro de 1952 teve início a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dom Helder presidiu a primeira reunião. Ao criar a Conferência ele fez notar ainda mais sua vocação de Pastor, preocupado com o bem-estar religioso e social do povo. Ele afirmava que o bispo deveria ser antes de tudo apoio e testemunha do amor de Cristo.Dom Helder ganhou projeção internacional ao participar do Concílio Vaticano II, em 1962. A luta em favor dos pobres o tornou conhecido entre os bispos.Tornou-se conhecido em diversos países que o convidavam para falar sobre a sua luta social. Foi indicado até mesmo ao Prêmio Nobel da Paz. Com o tempo passou a ser chamado apenas de Dom, mas não por ser apenas uma abreviação, mas porque muitos descobriram nele o Dom da paz, Dom do Amor e Dom de Deus para a Igreja.Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

COMUNIDADES RURAIS REALIZAM SUAS MINIS ASSEMBLEIAS

Todas as comunidades rurais de Upanema estão sendo visitadas no intuito de uma avaliação e planejamento para 2009. Com certeza neste ano o Pe. Josemar Lima irá reforça a programação Missionaria na zona rural. Para isso já foi comprado mais um veiculo para facilitar o acesso.

IGREJA CATÓLICA DE UPANEMA REALIZA SUA PRIMEIRA ASSEMBLEIA ANUAL NOS DIAS 27, 28 E 1 DE MARÇO

AMANHÃ PRIMEIRA SEXTA MISSA DEDICADA AO CORAÇÃO DE JESUS ÁS 19H30 NA IGREJA MATRIZ

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

EVANGELHO DO DIA Mc 6, 1-6

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? 3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?” E ficaram escandalizados por causa dele. 4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”. 5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA

Nasceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1647. Seu pai, Salvador Pereira de Brito; sua mãe, D. Brites Pereira. No ano de 1640, seu pai foi enviado pelo rei Dom João IV para ser governador no Brasil, lugar onde faleceu. São João de Brito, com sua mãe e seus irmãos, ficaram na corte. Desde cedo, São João dava testemunho da busca de viver em Deus. Com sua saúde fragilizada, certa vez os médicos chegaram a perder as esperanças, mas sua mãe, voltando-se para o céu em oração e intercessão, fez também uma promessa a São Francisco Xavier e o pequeno João recobrou a saúde milagrosamente. São João passou um ano com uma batina, pois isso fazia parte do cumprimento da promessa; mais do que isso, Deus foi trabalhando a vocação em seu coração até que, com 15 anos apenas, ele entrou para a Companhia de Jesus.Em 1673, foi ordenado sacerdote e enviado para evangelizar na Índia. Viveu em Goa, depois no Sul da Índia, onde aprofundou-se nos estudos e todo aquele lugar, toda aquela região conheceu o ardor deste apóstolo.Homem que comunicava o Evangelho com a vida, ele buscava viver a enculturação para que muitos se rendessem ao amor de Deus num diálogo constante com as culturas, o que não quer dizer que sempre encontrou acolhimento. Junto aos povos de Maravá, ele evangelizou e muitos foram batizados; mas, ao retornar desta missão, ele e outros catequistas acabaram sendo presos por soldados pagãos e anticristãos e fizeram de tudo para que este sacerdote santo renunciasse a fé, mas ele renunciou a própria vida e estava aberto para o martírio se fosse preciso. O rei chegou a condená-lo, mas um príncipe quis ouvir a doutrina que ele espalhava e muitos mudavam de vida, abandonavam os deuses e a conclusão daquele príncipe pagão era de que aquela doutrina era justa e santa. São João foi libertado junto com os outros.Não demorou muito, por obediência, voltou para Portugal, mas o seu coração queria, de novo, retornar para a Índia e até mesmo ser mártir. Foi o que aconteceu.Passado um tempo, após dar seu testemunho em vários colégios dos jesuítas, ser sinal para Portugal do quanto o amor a Cristo e à Igreja não pode ter medidas. Retornando à Índia, novamente evangelizando em Maravá, foi preso. Desta vez, até um príncipe pagão chegou a se converter. Mas o rei se revoltou, mandou prender aquele padre. No ano de 1693, ele foi degolado. Sofreu muito antes disso, mas tudo ofereceu por amor a Cristo e pela salvação das almas. São João de Brito, modelo para todos nós de que o amor a Cristo, à Igreja e a salvação das almas não pode ter medidas.
São João de Brito, rogai por nós!